Paul
Adler volta a Campinas em 2005
Ao lado de Betty Alice Ericson, ele ministrará um curso
de formação com certificação internacional.
Em qualquer
lugar do mundo que se pergunte, o nome Paul Adler é
sinônimo de hipnose. Em 2004, o público brasileiro
ficou conhecendo um pouco mais deste profissional, quando
ele esteve em Campinas ministrando os cursos de “Hipnose
e Comunicação Empresarial” e “Hipnoterapia
Ericksoniana”. O sucesso foi tanto que Adler voltará
ao Brasil em 2005, desta vez para ministrar um curso de
formação de 18 dias (divididos em 9 dias em
cada semestre), com certificação internacional.
Neste novo curso, mais uma vez promovido pela Actius, ele
terá a companhia de Betty Alice Erickson, filha do
criador do conceito de Hipnoterapia Ericsoniana, Milton
Erickson. Esta será a primeira vez que os dois estarão
juntos no Brasil.
Nascido no bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York, em
25 de janeiro de 1942, Stephen Paul Adler teve seu primeiro
contato com Hipnoterapia Ericksoniana durante um período
de luto, no qual buscou terapia para se fortalecer. “No
entanto, comecei a notar outros problemas com os quais já
vinha convivendo há anos e que por meio da hipnose
consegui trabalhar”, lembra.
Assim, depois de observar a transformação
que a hipnose promoveu nele mesmo, Adler decidiu aprender
Hipnoterapia Ericksoniana para oferecer aos próprios
pacientes. “Nossa mente inconsciente é o maior
recurso que existe e a hipnoterapia nos capacita a desenvolver
a habilidade de nos comunicarmos conosco. Acessar nossos
recursos é uma sabedoria antiga que nos leva a níveis
profundos de cura, mudança e transformação”,
diz.
Adler afirma que a Hipnoterapia Ericksoniana é aplicável
em quase tudo. Ela é eficiente para tratar uma simples
fobia (medo de voar, por exemplo), ansiedades generalizadas,
controle de pacientes em tratamentos médicos e dentais,
e resolver questões psicológicas leves ou
extremas de pacientes. “Como toda boa comunicação
é hipnótica, ela é eficiente em praticamente
todas as situações. Eu a utilizo até
em situações de traumas resultantes de doenças
sérias (como câncer, aids e diabetes), desastres
naturais, obesidade mórbida, terrorismo e seqüestro.
Em todos os casos, os resultados foram extremamente positivos”,
afirma.
Betty
Erickson
Em relação
à companhia de Betty Alice no curso que dará
em Campinas em 2005, Adler explica que ela se unirá
a ele no final do treinamento do grupo. “Isso porque,
neste nível, o grupo estará preparado e com
competência suficiente para evoluir trabalhando em
níveis mais avançados.”
Adler explica que os métodos de ensino utilizados
por ele e por Betty Alice se complementam, ainda que sejam
de estilos bem diferentes. “No entanto, isso acaba
beneficiando e facilitando o aprendizado dos alunos. E,
como eu e ela nos apreciamos e nos respeitamos mutuamente,
mal posso esperar para iniciarmos este curso no Brasil.
Acredito que será muito divertido para ela, eu e
todos os alunos”, diz.