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Notícias  

 

A Nasa decola com PNL

Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009

Uma entrevista com a Dra. Alenka Brown Vonhoozer,
Diretora de Tecnologias Cognitivas Avançadas

 

 

 Conheci Alenka em uma oficina de PNL sobre Padrões de Linguagem Compreensiva para Masters Practitioners em Winter Park, Colorado, neste último verão. Alenka está levando a PNL às estrelas, literalmente. O trabalho dela inclui usar a PNL para o que ela chama de Tecnologia de Intregraçào Adaptativa do Sistema Humano para várias aplicações: aeroespacial (comercial, militar, Nasa), mapeamento do cérebro, perfil de comportamento, modelamento de aprendizado, estratégias para tomar decisões e mais. Segue o que ela tem a dizer sobre seu trabalho.


AW: Bem, conte-me sobre a organização e o que você está fazendo.

 AB: Sou a Diretora de Tecnologias Cognitivas Avançadas do Departamento Oak Ridge de Energia, em Tenessee. Antes deste cargo, eu era uma engenheira de pesquisas para o Laboratório Nacional Argonne, onde comecei a trabalhar com PNL. Pelos últimos nove anos eu tenho conduzido pesquisas envolvendo sistemas representacionais e subcategorias em projeto de sistemas adaptativos para a interação ao sistema humano. A pesquisa incluiu entender como os sistemas de representação interna podem ser usados para desenvolver sistemas adaptativos que correspondam a como um indivíduo processa informações. Outras áreas de estudo incluíram modelar crenças, valores, e motivação em nível neurofisiológico e sistemas representacionais preferidos, em especial visual, auditivo e cinestésico (VAC). Em minhas pesquisas até agora, descobri que o modelo de aproximação da PNL é um recurso profundo para entender o comportamento humano em campos como inteligência artificial, segurança cibernética, sistemas adaptativos, identificar erros de desenvolvimento interno em sistemas, extração de informação para desenvolvimento de sistemas, modelagem virtual, modelagem de indivíduos de sucesso e mais, muito mais. Estou integrando isso à pesquisa neuro-cerebral para correlacionar sistemas representacionais com caminhos neurais e associando os resultados à semiótica.


AW: Quais são alguns dos projetos em que você atua?

 

AB: Um dos projetos que estou conduzindo atualmente para a Nasa é baseado nos sistemas representacionais-VAC. Estou estudando filmagens previamente realizadas com os movimentos dos olhos de diferentes pilotos, e correlacionando-os com a transcrição de depoimentos falados destes pilotos em vários cenários. Estou mapeando como cada um destes pilotos processa informação em condições normais e anormais. Basicamente, determinando sistemas representacionais primários, e a construção de estratégias internas quando realizando tarefas específicas. Pelos resultados, determinarei como aperfeiçoar os atuais programas de treinamento para pilotos e irei sugerir novos projetos para os convés de vôo. O total de resultados deste estudo talvez venha a ser usado para aprimorar o programa de treinamento de astronautas. O projeto também envolve fatores humanos de treinamento de engenheiros na NASA em como utilizar técnicas de PNL nos estudos e pesquisas deles.

Estou conduzindo com um colega do Departamento da Defesa para projetar sistemas adaptativos de visualização e planejamento de batalhas. Outros projetos futuros incluem metodologia e preservação de conhecimento, sistemas avançados de aprendizado, desenvolvimento de perfil de comportamento e sistemas adaptativos cognitivos para biométrica, que envolve correlacionar sistemas representacionais com caminhos neurais e semiótica.


AW: Qual seria um exemplo de como usar esta informação?
AB: Os novos pilotos comerciais contratados nos dias de hoje já não são ex-pilotos militares com seus quase 40 e 50 anos, portanto com 20 de experiência. Como menos pilotos militares estão se aposentando, as aero-linhas comerciais começam a contratar pilotos baseadas em uma avaliação geral de background em aviação com um mínimo de mil horas de vôo. Os ex-pilotos militares têm filosofias de vôo diferentes, tipos diferentes de treinamento e padrões diferentes que eles determinaram para si mesmos – ou que foram determinados a eles. Então provavelmente começaremos a ver diferentes tipos de erros nos pilotos novos em comparação aos antigos – ex-militares ou pilotos comerciais mais velhos.

Aviões hoje são quase totalmente automáticos e podem voar por si mesmos. Foi notado em simuladores de vôo para treinamento que os pilotos mais novos, que não são ex-militares ou pilotos comerciais mais velhos, sentem-se mais confortáveis com sistemas automatizados até que ocorre uma condição anormal qualquer. Assim que isso é ativado, estes pilotos começam a hesitar e muitas vezes a conjecturar. Foi sugerido que em decorrência deste fato os novos pilotos apóiam-se mais nos computadores que em suas habilidades de vôo manual. O oposto é mais notado nos pilotos mais velhos com 15 ou 20 anos de experiência. Uma condição anormal é ativada e imediatamente estes pilotos assumem controle manual para sentir como sairão da situação. O mais interessante é que estes pilotos mais velhos não se sentem nada confortáveis com sistemas altamente automatizados como os novos pilotos.

Então estamos olhando para novos tipos de possíveis erros com os pilotos que contratamos nos dias de hoje. Eu usaria modelos de PNL e técnicas para entender como estas filosofias diferem no nível neuro-fisiológico, estabeleceria técnicas VAC utilizadas por ambos os pilotos em várias situações, e compararia resultados para aprimorar o sistema de treinamento e o design do simulador. Este tipo de aprimoramento poderia então ser transposto para reprojetar decks de vôo para aplicações da Nasa e vôos comerciais.


AW: De certo modo você está projetando as interfaces do usuário de um deck de vôo para as características únicas dos pilotos que os utilizam dependendo da preferência deles ser cinestésica, auditiva ou visual. Você trabalhou em outras interfaces de usuários?

 AB: Sim, eu desenvolvi um trabalho similar para o campo de Engenharia Nuclear do Departamento de Energia. Eu modelei operadores de reatores nucleares em dois locais para determinar como eles processavam informações. Observei que a maioria absoluta era orientada cinestésicamente e o segundo grupo por meio da audição. Os estudos compararam os sistemas operacionais em relação a características preferidas ou atributos que cada um dos operadores gostavam ou não gostavam nos displays de visualização (dos aparelhos que operam). A partir destes resultados, conseguimos desenvolver uma lista de características de tela para cada um dos três grupos. Notamos que as preferências dos grupos cinestésico e auditivo coincidiam em vários pontos , como por exemplo nas cores de fundo – ambos não gostavam da cor negra. Os cinestésicos ressaltaram que o fundo preto os deixava desconfortáveis e trazia a eles sentimentos negativos. Também consegui determinar a quantidade de cores, o tipo de texto, fontes, densidade e outros que cada grupo preferia. Eles demonstraram preferências sobre usar ou não ícones, símbolos ou textos, sobre como imagens ícones e os layouts das telas deveriam ser desenvolvidos e assim por diante. A partir destes estudos eu agora posso dizer se um sistema foi desenvolvido por um indivíduo visual, cinestésico ou auditivo, e a partir disso que tipo de erros inerentes podemos esperar em cada sistema.


AW: É realmente fascinante. Então só pelo design da tela você já pode dizer a modalidade de preferência da pessoa que a projetou. Isso tem profundas implicações tanto para usuários quanto para os designers!

AB: Sim. Um outro exemplo disso foi quando há vários anos fui até uma unidade Química da Westinghouse em Idaho. Na visita conheci uma série de telas de display recém-desenvolvidas pela Westinghouse para seus operadores internos. Disse ao engenheiro que “ou seus operadores projetaram estas telas ou você ainda está terminando de projeta-las”. Ele respondeu: "os operadores o fizeram. Os engenheiros não projetaram as telas dos operadores”.

Quando o engenheiro aproximou-se de uma tela em particular e eu disse: “Bem, ou os operadores não viram dentro da sala que esta tela monitora ou um engenheiro fez este”, ele disse: “Os operadores não puderam ver o que havia nesta sala, então pegaram esboços dos instrumentos e do encanamento para ter uma idéia do que ela seria”. As interfaces gráficas e os displays de tela que me foram mostradas eram muito simplórias. A tela só mostrava o que os operadores achavam necessário ver. Havia uma quantidade limitada de cores saturadas em tons terra, uma legenda, e muito pouco texto. Isso me indicou que os operadores eram primariamente cinestésico-auditívos (seqüencialmente orientados).

Então eu disse ao engenheiro: “Sabe, estas telas são bem boas” O engenheiro disse: “Nós demos aos operadores um sistema e eles projetaram as telas.” Eu disse: “Bem, então eles as projetaram para a forma que ELES as vêem, eles escutam ou eles sentem. Estas são boas telas. São telas planejadas da forma que precisam ser; para atender às necessidades de quem as usa. São os operadores que estarão sentados diante delas de 40 a 60 horas por semana, não são os engenheiros que se sentarão aqui”.

 AW: O que eu estou entendendo disso tudo é que os erros inerentes nas interfaces de usuários têm mais a ver com a incongruência entre a tela e como o usuário processa informação. Se o usuário é cinestésico e o projetista é visual, o usuário terá mais dificuldade com a interface.

 AB: Certo. Então outra parte da pesquisa e aplicações que estamos fazendo é identificar os métodos dos projetistas para processar informações e desta forma detectarmos o conflito. Então, tipicamente, se você tem um projetista cuja referência primária de sistema é visual, ele vai desenvolver uma tela sob a perspectiva visual. E ainda que o projetista vá mostrar a informação como foi requisitado, a informação será mostrada em um formato que é confortável para o jeito que o projetista processa informações, o que significa que terá uma quantidade de cores, provavelmente muito texto, muita informação em conjunto, e uma cor de fundo que é incondizível com os processadores orientados cinestesicamente e auditivamente. Tudo irá ser do jeito que o projetista gosta que seja. Não terá a aparência para a qual o operador cinestésico e auditivo preferiria olhar. Então é neste ponto que começamos a notar os problemas de projeto em um sistema e é isso que queremos dizer com problemas inerentes de sistema de design. Não são erros inerentes para o engenheiro que projeta o sistema e sim para as pessoas que o utilizam. O sistema não corresponde à forma que operadores e usuários estão processando a informação. Então o sistema não está se adaptando a eles. E esta é a área em que estamos trabalhando. Estamos desenvolvendo sistemas adaptativos.

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