Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000

Fomos a Primeira e Única empresa de PNL com
ISO 9001:2008



Home - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Empresa - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Agenda - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Cursos & Treinamentos - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 InCompany - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Revista InterActius - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Actius News - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000 Contato - Actius - PNL | Empresa de treinamentos certificada ISO 9001:2000

Revista InterActius

 

Muito além do segredo

Edição N° 6

Revista InterActius - Edição N° 6 Editorial Revista InterActius - Edição N° 6

O ano de 2007 começou ótimo, cheio de razões para comemorar, bons índices na economia, um Pan-Americano chegando... mas também começou péssimo, com muita coisa pra se reclamar, outros índices ruins na economia, um pandemônio na aviação nacional. É como diz o Fernando Dalgalarrondo em seu artigo na página 17 desta revista: “as situações da vida constantemente se apresentam de modo ambíguo, paradoxal, diante de nosso pensar racional, linear”.

 

Mas, acrescenta Fernando, as pessoas mais felizes em geral são aquelas que tem maior capacidade para transitar entre as ambigüidade. E a Programação Neurolinguistica, com certeza, é uma das grandes ferramentas para desenvolver essa capacidade. Por isso mesmo, neste exemplar da inter@actius não faltam exemplos de como a PNL pode ser utilizada com grande sucesso e resultados significativos nas mais diversas áreas.

 

Aproveitando a chegada do Panamericano, a equipe de reportagem da revista foi descobrir como experts do esporte utilizam as técnicas. Não fosse a PNL, quem diria, Gilberto Silva provavelmente não teria chegado a Seleção Campeã da Copa do Mundo de 2002, as meninas do basquete brasileiro poderiam não ter conquistado o Panamericano de Havana e Chuí não teria sido um gênio do basquete masculino.

 

Também graças a PNL, Cada vez mais pessoas conseguem se livrar dos comportamentos compulsivo, de comer muito doce a fumar. É o que afirmam, em depoimentos até emocionantes, participantes dos cursos ministrados pela Actius que experimentaram o swish, uma técnica visual rápida e eficientes..

 

Ainda neste número da revista você lê uma entrevista exclusiva com Paul Adler, que fala sobre os traumas causados pelo medo da violência entre os brasileiros e como não devemos ficar paralisados por nossos temores, bem como fica sabendo da nova vinda do grande Robert Dilts a Campinas. E, claro, acompanha nossas tradicionais sessões fixas: PNL na empresa, agenda, coluna social...

 

Ah, uma novidade! Um novo personagem faz sua estréia na sessão humor. Trata-se de algué, que já participou de vários cursos de Practitioner realizados por nós da Actius e que... ora, veja voc~e, para que estragar a surpresa?

 

Enfim, esta edição da Interactius, assim como o ano de 2007, é cheia de novidades. Só uma coisa continua absolutamente igual: nosso foco, sempre voltado para você, que busca as melhores formas de crescer pessoal e profissionalmente. Nossa revista, bem cmo nossos cursos, são elaborados sempre pra atingir, com qualidade e competência, este objetivo.

 

Boa leitura.

Revista InterActius - Edição N° 6 Entrevista - Stephen Paul Adler fala sobre o medo Revista InterActius - Edição N° 6

Sob o domínio do medo

 

Viver no Brasil nunca foi sinônimo de vida fácil. Nos últimos tempos, no entanto, soma-se cada vez mais às mazelas do dia a dia uma palavra que por si só já invoca medo: violência. Não bastassem os já amplamente praticados atos de latrocínio e homicídio, o cidadão comum agora é também vítima de crimes bárbaros, muitas vezes sem nenhum tipo de objetivo a não ser o de espalhar o terror. Que o digam as vítimas dos ônibus queimados por bandidos no Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Nem mesmo crianças são poupadas. Do caso pavoroso do menino carioca João Hélio, preso ao cinto e arrastado no asfalto por quilômetros a fio rumo a uma morte desnecessária, às dezenas de crianças que, semanalmente, são atingidas por balas perdidas, os relatos só aumentam em número e grau de crueldade. Em meio a este mar de violência e impunição, o brasileiro tornou-se refém do medo.

 

Já é grande o número de pessoas que já não sai de casa, tem medo de usar o mais simples relógio em público, vive em total estado de paranóia em relação a si, aos filhos, aos parentes e amigos. É possível conviver de maneira saudável em meio a tanto medo? Não estaria o temor se transformando em um grande aliado dos criminosos, somando forças ao inimigo?

 

Para responder a questões como esta, Interactius entrou em contato com um dos maiores especialistas em medos e traumas do planeta. Sinônimo de hipnose em todo o mundo e pioneiro no uso da Hipnose Ericksoniana no tratamento de traumas, Stephen Paul Adler que estará em Campinas em junho de 2007 para ministrar um curso de Formação, fala nesta entrevista sobre o poder do medo e o que devemos fazer com ele.

 

A população brasileira vive cada vez mais assustada com a violência desde o começo deste novo século. É possível viver em permanente estado de medo? Ou uma pessoa deve reagir contra seus próprios temores?

 

Stephen Paul Adler- Sentir medo em decorrência da violência que nos cerca é uma resposta saudável à realidade. É preciso, porém, desenvolver reações realistas aos perigos possíveis da sociedade e tomar as medidas necessárias para se reduzir os fatores de medo. Quando começamos a agir baseados unicamente em um medo, podemos tomar decisões nada saudáveis e pouco efetivas. Veja, por exemplo, as respostas baseadas em medo que o governo americano dá ao mundo... Se uma pessoa experimenta o medo a ponto de se sentir realmente sem saída no mundo, ela pode lidar inteligentemente com suas reações e perceber que seus temores são apenas ansiedades que a distraem e não a deixam perceber que pode haver situações em nossas vidas nas quais estamos realmente em grande perigo e muitas vezes indefesos.

 

Como podemos fazer isso?

 

Precisamos prestar atenção ao poder que nós temos. Treinar a nós mesmos para reduzir nosso estresse, meditar, praticar auto-hipnose, fazer exercícios psicológicos baseados em nossa neurobiologia, procurar crescimento espiritual, aumentar as habilidades psicológicas para processar situações traumáticas quando elas acontecem sem desenvolver PTSD (Síndrome de Desordem Pós-Traumática). Tudo isso pode melhorar a qualidade de vida e reduzir os medos.

 

Se é impossível não ter medo, como se deve viver com ele de maneira saudável?

 

Medo, dor, raiva... tudo isso é parte do ser humano. Para não se experimentar medos realistas, uma pessoa teria que se dissociar da humanidade e conseqüentemente responderia à vida de maneira nada saudável. O que temos de fazer é encontrar modos produtivos de lidar com nossos medos e enfrenta-los. A auto-hipnose, ao integrar a mente, o corpo e a alma, é uma habilidade que ajuda a tolerar e entender situações que às vezes são intoleráveis em uma situação normal. Desta forma, nos ajuda a equilibrar a vida em uma sociedade violenta. Muitas estratégias Ericksonianas nos ajudam a atingir um equilíbrio próprio que nos leva a lidar melhor com as coisas boas e ruins que acontecem em nossas vidas. Coisas boas e ruins que acontecem em nossas vidas.

 

Como uma vítima de violência pode superar seus traumas e voltar a uma vida normal?

 

Um trauma rouba nossas perspectivas, alegrias, tranqüilidade e conexões íntimas com os demais e com o mundo. É necessário e totalmente possível curar os danos causados por experiências traumáticas e é necessário caso queiramos retomar nossas vidas por inteiro, de maneira rica e expandida. A hipnose é uma das muitas boas ferramentas que ajudam neste processo. Os traumas quebram nossa habilidade para nos comunicar com o mundo exterior e o interior.

Toda boa comunicação é hipnótica e quanto melhor conseguimos dialogar com nós mesmos, melhor conseguimos lidar com as realidades da vida. Um trauma interrompe nosso processo de aprendizado e então passamos a basear nossas decisões em aprendizados incompletos. Se baseamos decisões em informações parcialmente completas, não teremos condições para tomarmos decisões que serão funcionais e, com a repetição deste processo, nos transformaremos em eternas vítimas. Traumas levam à regressões.

 

Regressões prejudicam a percepção, a vítima pode retornar a uma percepção infantil, o que acaba levando a uma percepção de que o evento traumático ocorreu por culpa da própria vítima. Essa crença incorreta e negativa passa a modelar as respostas da vítima para o mundo. A Hipnose Ericksoniana trabalha para trazer de volta a perspectiva perdida durante a experiência traumática e dissolve o sistema de crenças negativas.

 

Pessoas que não passaram por experiências traumáticas também temem se tornar a próxima vítima. Muitos passam a ficar mais em casa, evitam sair a qualquer custo, compram armas e aparelhos para se defender. Quanto uma pessoa deve mudar por causa do medo? O que é saudável e o que é paranóia?

 

Pessoas como estas correm o risco de só aumentarem seus medos e se desconectarem do mundo real... a maioria delas acaba desenvolvendo uma postura paranóica. O medo tem pouca ou nenhuma força quando enfrentado. Viver na sombra do medo só aumenta a possibilidade de se tornar uma vítima no futuro.

 

Há alguma diferença entre níveis de trauma causados por violência? Uma vítima de seqüestro ou alguém que testemunhou um assassinato enfrenta o mesmo trauma de alguém que sofreu um ato terrorista, por exemplo?

 

Cada pessoa responde de seu próprio jeito específico a um trauma. Traumas ocorrem quando nossa habilidade natural de entender e lidar com um problema é sobrepujada por uma experiência. Uma vez que isso ocorre, tanto o impacto de um seqüestro ou de um ato terrorista resulta em um PTSD. Considerando-se que qualquer um pode ser “a próxima vítima” da violência, que conselho o senhor daria para um cidadão brasileiro viver melhor e sem medos exagerados? Uma vez que você adota a mentalidade de uma vítima, se visualisa como “ a próxima vítima”, a probabilidade de se tornar uma aumenta. Levando-se em conta o tamanho da população brasileira, a probabilidade de você ser a próxima vítima não é tão grande.

Lembre-se: o que você acredita e apóia internamente tem mais chances de se manifestar exter-namente. É melhor trabalhar em prol de ações que irão mudar as situações reais que contribuem com a violência do que achar que podemos nos esconder dela enquanto as causas sociais permanecem. Há técnicas definitivas (tanto da Hipnose Ericksoniana quanto da resolução neurobiológica de traumas) que melhoram nossa habilidade em passar por traumas e lidar com eles, sem perder a perspectiva e desenvolver um PTSD. Em um mundo no qual o nível de frustração e a violência só aumentam, assim como vamos à academia para fortificar nosso físico e melhorar a qualidade de vida, essas técnicas podem deixar mais fortes nossa habilidade em lidar com traumas e processa-los de maneira mais saudável e produtiva.

Revista InterActius - Edição N° 6 Capa - PNL nos esportes Revista InterActius - Edição N° 6

Programação campeã
PNL é usada com sucesso para aperfeiçoar
Desempenho de atletas nos mais diversos esportes


Danielle Carvalho

O ano era 2002 e o volante brasileiro Gilberto Silva havia acabado de chegar ao Arsenal, clube da Inglaterra que defende até hoje. Ao vê-lo jogando, o técnico Arsene Wenger só pôde pensar em uma definição: “uma parede invisível”. O atleta estava então no auge da carreira (naquele mesmo ano, conquistou a Copa do Mundo como titular da seleção brasileira), algo que parecia improvável meses antes, quando o então jogador do Atlético Mineiro sequer tinha vaga garantida no grupo do técnico Luís Felipe Scolari. O que pouca gente sabe é que a evolução que transformou o jogador do Atlético na “ parede” do Arsenal e da Seleção Brasileira teve tudo a ver com a Programação Neurolingüística.

A trajetória de sucesso de Gilberto Silva passou pelo trabalho realizado por Ricardo Melo, consultor de desenvolvimento humano e Master Trainer em Programação Neurolingüística (PNL). “Antes da Copa de 2002, fizemos um trabalho, com aplicação de técnicas de PNL, para fortalecer a capacidade de marcação e a dosagem de força, o que, na prática, significa fazer menos faltas no jogo ou cometê-las sem tomar cartão. Trabalhamos neste enfoque, alinhando mente, emocional e físico”, conta Melo, que também é diretor do Instituto que leva seu nome.

Atualmente, o consultor desenvolve um amplo trabalho de Coaching Esportivo com o clube do Cruzeiro (MG), envolvendo diretoria, equipe técnica e jogadores. “No Cruzeiro utilizo a PNL dentro de um processo. Gosto da seguinte analogia, neste caso: se o coaching fosse um computador, a PNL seria o Windows”, diz.

A aplicação da PNL ao esporte não é recente. Hermes Balbino, professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp) e consultor esportivo do time de basquete masculino Uniara/Lupo/Araraquara, já fazia uso das ferramentas de Programação Neurolingüistica em 1989, em seus treinos como preparador físico da seleção brasileira de basquete feminino. “Conheci a PNL com Mauricio Kobayashi, treinador de Cláudio Kano (campeão de tênis de mesa). Os atletas treinados por Kobayashi eram diferenciados, tinham objetivos e metas claras. Os treinos dele eram diferentes, ele fazia muito uso de metáforas, ressignificações, linguagem hipnótica e relaxamento. Aquilo trazia um resultado maravilhoso”, diz Balbino.

Ele acrescenta que desde 89 aplicava técnicas de PNL no grupo de treino. “A preparação física é uma das partes mais puxadas do treinamento de um atleta. É cansativa e pesada, mas é parte importante do todo, e a evolução do trabalho foi clara. Conquistamos o Panamericano de Havana, a medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta de 1996 e primeiro lugar na Copa America”, relembra.

Balbino conta que buscava em seu trabalho estratégias que provocassem mudanças internas nas jogadoras da seleção de basquete. “Precisava entender as experiências pelas quais elas passavam e levá-las para onde elas deveriam estar. A PNL me deu condição de melhorar o campo profissional”.

Meio ideal

Por utilizar método e processo para determinar os padrões que as pessoas utilizam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem, a PNL se torna um meio ideal para ajudar atletas a conquistarem seus objetivos, modelarem sucessos e poder replicá-los. “A idéia é despertar no atleta e nos times os recursos que existem dentro deles. A PNL é como uma lanterna: ela ilumina, mostra o centro do que de melhor está em cada um”, compara Balbino.

O primeiro passo do trabalho dos facilitadores é mapear os objetivos dos atletas. “Todo esportista, seja ele de alto nível ou o amador, aquele que vai à academia para perder barriga ou o corredor de final de semana, começa no esporte a partir de um objetivo. A PNL é uma ferramenta bárbara para enxergar e atingir as metas”, afirma Ricardo Melo.

A partir daí, são traçados os perfis: experiências de vitórias e fracassos, lembranças positivas e negativas, feedbacks. Estas informações mostram as crenças individuais e do grupo, que irão permitir o uso futuro de âncoras. “Todas as experiências irão refletir no comportamento. Por exemplo: um jogador que retorna de uma contusão após sete meses parado, pode se sentir reticente em dividir uma bola, porque sua última lembrança é a lesão. Ou mesmo a rejeição da torcida. O profissional tem que trabalhar isso, no sentido de mudar a percepção interna do atleta, ou ele entrará reservado no jogo e seu rendimento ficará comprometido. Tudo isso tem que ser desenvolvido e a PNL auxilia muito”, complementa Melo.

Balbino afirma ainda que uma das partes importantes do processo é a ressignificação. “No caso de derrotas, monto dinâmicas onde não apontamos culpados. Não julgamos pessoas e sim analisamos o comportamento do grupo. Fazemos uma ressignificação e deixo aparecer o que fez com que a performance não tenha sido a ideal. O objetivo é entender a percepção do modelo de mundo de cada sujeito, desafiar suas queixas e assim desatar os nós que impediram o desempenho desejado do time”, revela.

O importante, segundo ele, é sempre trabalhar para alinhar simultaneamente mente, emoção e ação. “Certa vez, trabalhei com dois jogadores de basquete individualmente, pois eles não tinham rendido como podiam em uma partida. No jogo seguinte, os mesmos jogadores foram os maiores pontuadores”.

Ressignificação

Como preparador físico, Balbino conta que também ressignificava as práticas de treino e trabalhava com as jogadoras da seleção feminina de basquete com objetivos e metas presentes. “Muitas vezes as atletas chegavam a ficar longas temporadas juntas, na concentração e durante os campeonatos. Nem sempre em lugares que elas desejavam estar ou com pessoas que haviam escolhido para dividir o espaço. Assim, ressignificávamos tudo. Eu mostrava que o desafio não é apenas completar a tarefa ou o treino. O desafio naquela preparação é a superação física, mental, emocional, social e até de ambiente.” Ele diz que fazia o desenho da prática e assim todos enxergavam a periodização do treino. “Cada unidade tem que ser encantada para que o atleta mantenha o foco no objetivo. Destaco o que há de novo a se aprender em cada etapa e permito que o atleta tenha insights durante a prática. Ele tem que saber que nasceu para aquilo e querer estar ali. Como o tenista Jimmy Connors dizia: quando ele jogava, a quadra de tênis era o único lugar do mundo onde ele queria estar.”

Alinhamento entre o mental, o emocional e a ação é ponto chave no esporte. Ricardo Melo destaca, por exemplo, a relação do diálogo interno e do tônus emocional de competitividade do atleta. “Pegue um fundista. Se, ao começar uma maratona, o diálogo interno começa a dizer para ele que ele não conseguirá chegar ao final ou que o queniano ao seu lado é um competidor mais forte, o seu tônus emocional de competitividade cai e ele perde rendimento. Nós trabalhamos para alinhar o seu diálogo interno com a melhor performance mental na hora da competição”, diz.

Durante a preparação do atleta, também é sugerido trabalho de diálogo interno fortalecedor, para que o esportista se motive no treinamento, através de metas palpáveis, que possam ser mensuradas. “Por exemplo, o treinamento de um velocista. A meta dele é baixar milésimos em sua prova mundial. Para que ele possa atingir o objetivo final, serão meses de treinamento. Este processo pode ser dividido, pois assim ele terá metas próximas e que possam ser medidas, para que ele mantenha o foco até o final. A mesma coisa para alguém que deseja emagrecer. Em vez de pensar no total, por exemplo, perder 20 kg, ela divide em 2 por mês. O cérebro assimila melhor”.

Campeão de basquete Chuí garante:
prática potencializa o melhor de cada um

O ex-jogador e hoje técnico de basquete do Uniara/Lupo/Araraquara, Marcos Aurélio Pegolo dos Santos, o Chuí, realizou um trabalho com técnicas de PNL durante seis meses com seus jogadores e afirma que os resultados foram notórios. “Eu já havia feito uso das ferramentas da Programação Neurolingüística comigo, na minha época de jogador. A experiência foi muito válida, pois me fez entender os momentos dos jogos. Eu conseguia tirar o quanto precisava da emoção e enxergar a situação do jogo real”, conta ele, que foi bicampeão sul-americano de basquete (1989 e 1993) e medalha de bronze nos Jogos Americanos de Mar Del Plata, na Argentina (1995).

Chuí conta que durante o treinamento do Uniara/Lupo ele procura trabalhar com exercícios mentais de visualização, especificamente em cima das funções de lance livre, arremesso de dois e três pontos. “Conversamos sobre o arremesso perfeito e realizamos o treino mental, com visualizações, e o mecânico. Você percebe na hora uma confiança maior no jogador, a mecânica fica melhor e, em termos de números, temos um bom aumento de acertos. Todos os jogadores ficaram satisfeitos com a aprendizagem”, revela o técnico.

Pan Americano no Brasil

Pela primeira vez na história os Jogos Pan Americanos serão realizados no Brasil, no Rio de Janeiro, a partir de junho deste ano. Na avaliação dos especialistas em PNL, este fato pode ser ponto de pressão ou ponto a favor da atuação dos esportistas, uma vez que suas famílias e amigos poderão estar presentes aos estádios, piscinas, ginásios e campos, e com isso haverá uma grande torcida durante as competições.

Para determinar conscientemente qual será a conseqüência de jogar “em casa”, as atletas podem recorrer à PNL. “A Programação Neurolingüística é uma ferramenta poderosíssima para auxiliar este competidor, pois através dela, ele poderá montar modelos mentais de sucesso e êxito. Assim, o esportista irá encarar todos os fatores de competir no Rio de Janeiro a seu favor, basta usar a PNL”, aconselha Ricardo Melo.

Revista InterActius - Edição N° 6 PNL na Empresa - Eduardo Ribeiro explica como a PNL o ajudou a se tornar presidente de uma Multinacional Revista InterActius - Edição N° 6

Programação campeã
PNL é usada com sucesso para aperfeiçoar
Desempenho de atletas nos mais diversos esportes


Danielle Carvalho

O ano era 2002 e o volante brasileiro Gilberto Silva havia acabado de chegar ao Arsenal, clube da Inglaterra que defende até hoje. Ao vê-lo jogando, o técnico Arsene Wenger só pôde pensar em uma definição: “uma parede invisível”. O atleta estava então no auge da carreira (naquele mesmo ano, conquistou a Copa do Mundo como titular da seleção brasileira), algo que parecia improvável meses antes, quando o então jogador do Atlético Mineiro sequer tinha vaga garantida no grupo do técnico Luís Felipe Scolari. O que pouca gente sabe é que a evolução que transformou o jogador do Atlético na “ parede” do Arsenal e da Seleção Brasileira teve tudo a ver com a Programação Neurolingüística.

A trajetória de sucesso de Gilberto Silva passou pelo trabalho realizado por Ricardo Melo, consultor de desenvolvimento humano e Master Trainer em Programação Neurolingüística (PNL). “Antes da Copa de 2002, fizemos um trabalho, com aplicação de técnicas de PNL, para fortalecer a capacidade de marcação e a dosagem de força, o que, na prática, significa fazer menos faltas no jogo ou cometê-las sem tomar cartão. Trabalhamos neste enfoque, alinhando mente, emocional e físico”, conta Melo, que também é diretor do Instituto que leva seu nome.

Atualmente, o consultor desenvolve um amplo trabalho de Coaching Esportivo com o clube do Cruzeiro (MG), envolvendo diretoria, equipe técnica e jogadores. “No Cruzeiro utilizo a PNL dentro de um processo. Gosto da seguinte analogia, neste caso: se o coaching fosse um computador, a PNL seria o Windows”, diz.

A aplicação da PNL ao esporte não é recente. Hermes Balbino, professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp) e consultor esportivo do time de basquete masculino Uniara/Lupo/Araraquara, já fazia uso das ferramentas de Programação Neurolingüistica em 1989, em seus treinos como preparador físico da seleção brasileira de basquete feminino. “Conheci a PNL com Mauricio Kobayashi, treinador de Cláudio Kano (campeão de tênis de mesa). Os atletas treinados por Kobayashi eram diferenciados, tinham objetivos e metas claras. Os treinos dele eram diferentes, ele fazia muito uso de metáforas, ressignificações, linguagem hipnótica e relaxamento. Aquilo trazia um resultado maravilhoso”, diz Balbino.

Ele acrescenta que desde 89 aplicava técnicas de PNL no grupo de treino. “A preparação física é uma das partes mais puxadas do treinamento de um atleta. É cansativa e pesada, mas é parte importante do todo, e a evolução do trabalho foi clara. Conquistamos o Panamericano de Havana, a medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta de 1996 e primeiro lugar na Copa America”, relembra.

Balbino conta que buscava em seu trabalho estratégias que provocassem mudanças internas nas jogadoras da seleção de basquete. “Precisava entender as experiências pelas quais elas passavam e levá-las para onde elas deveriam estar. A PNL me deu condição de melhorar o campo profissional”.

Meio ideal

Por utilizar método e processo para determinar os padrões que as pessoas utilizam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem, a PNL se torna um meio ideal para ajudar atletas a conquistarem seus objetivos, modelarem sucessos e poder replicá-los. “A idéia é despertar no atleta e nos times os recursos que existem dentro deles. A PNL é como uma lanterna: ela ilumina, mostra o centro do que de melhor está em cada um”, compara Balbino.

O primeiro passo do trabalho dos facilitadores é mapear os objetivos dos atletas. “Todo esportista, seja ele de alto nível ou o amador, aquele que vai à academia para perder barriga ou o corredor de final de semana, começa no esporte a partir de um objetivo. A PNL é uma ferramenta bárbara para enxergar e atingir as metas”, afirma Ricardo Melo.

A partir daí, são traçados os perfis: experiências de vitórias e fracassos, lembranças positivas e negativas, feedbacks. Estas informações mostram as crenças individuais e do grupo, que irão permitir o uso futuro de âncoras. “Todas as experiências irão refletir no comportamento. Por exemplo: um jogador que retorna de uma contusão após sete meses parado, pode se sentir reticente em dividir uma bola, porque sua última lembrança é a lesão. Ou mesmo a rejeição da torcida. O profissional tem que trabalhar isso, no sentido de mudar a percepção interna do atleta, ou ele entrará reservado no jogo e seu rendimento ficará comprometido. Tudo isso tem que ser desenvolvido e a PNL auxilia muito”, complementa Melo.

Balbino afirma ainda que uma das partes importantes do processo é a ressignificação. “No caso de derrotas, monto dinâmicas onde não apontamos culpados. Não julgamos pessoas e sim analisamos o comportamento do grupo. Fazemos uma ressignificação e deixo aparecer o que fez com que a performance não tenha sido a ideal. O objetivo é entender a percepção do modelo de mundo de cada sujeito, desafiar suas queixas e assim desatar os nós que impediram o desempenho desejado do time”, revela.

O importante, segundo ele, é sempre trabalhar para alinhar simultaneamente mente, emoção e ação. “Certa vez, trabalhei com dois jogadores de basquete individualmente, pois eles não tinham rendido como podiam em uma partida. No jogo seguinte, os mesmos jogadores foram os maiores pontuadores”.

Ressignificação

Como preparador físico, Balbino conta que também ressignificava as práticas de treino e trabalhava com as jogadoras da seleção feminina de basquete com objetivos e metas presentes. “Muitas vezes as atletas chegavam a ficar longas temporadas juntas, na concentração e durante os campeonatos. Nem sempre em lugares que elas desejavam estar ou com pessoas que haviam escolhido para dividir o espaço. Assim, ressignificávamos tudo. Eu mostrava que o desafio não é apenas completar a tarefa ou o treino. O desafio naquela preparação é a superação física, mental, emocional, social e até de ambiente.” Ele diz que fazia o desenho da prática e assim todos enxergavam a periodização do treino. “Cada unidade tem que ser encantada para que o atleta mantenha o foco no objetivo. Destaco o que há de novo a se aprender em cada etapa e permito que o atleta tenha insights durante a prática. Ele tem que saber que nasceu para aquilo e querer estar ali. Como o tenista Jimmy Connors dizia: quando ele jogava, a quadra de tênis era o único lugar do mundo onde ele queria estar.”

Alinhamento entre o mental, o emocional e a ação é ponto chave no esporte. Ricardo Melo destaca, por exemplo, a relação do diálogo interno e do tônus emocional de competitividade do atleta. “Pegue um fundista. Se, ao começar uma maratona, o diálogo interno começa a dizer para ele que ele não conseguirá chegar ao final ou que o queniano ao seu lado é um competidor mais forte, o seu tônus emocional de competitividade cai e ele perde rendimento. Nós trabalhamos para alinhar o seu diálogo interno com a melhor performance mental na hora da competição”, diz.

Durante a preparação do atleta, também é sugerido trabalho de diálogo interno fortalecedor, para que o esportista se motive no treinamento, através de metas palpáveis, que possam ser mensuradas. “Por exemplo, o treinamento de um velocista. A meta dele é baixar milésimos em sua prova mundial. Para que ele possa atingir o objetivo final, serão meses de treinamento. Este processo pode ser dividido, pois assim ele terá metas próximas e que possam ser medidas, para que ele mantenha o foco até o final. A mesma coisa para alguém que deseja emagrecer. Em vez de pensar no total, por exemplo, perder 20 kg, ela divide em 2 por mês. O cérebro assimila melhor”.

Campeão de basquete Chuí garante:
prática potencializa o melhor de cada um

O ex-jogador e hoje técnico de basquete do Uniara/Lupo/Araraquara, Marcos Aurélio Pegolo dos Santos, o Chuí, realizou um trabalho com técnicas de PNL durante seis meses com seus jogadores e afirma que os resultados foram notórios. “Eu já havia feito uso das ferramentas da Programação Neurolingüística comigo, na minha época de jogador. A experiência foi muito válida, pois me fez entender os momentos dos jogos. Eu conseguia tirar o quanto precisava da emoção e enxergar a situação do jogo real”, conta ele, que foi bicampeão sul-americano de basquete (1989 e 1993) e medalha de bronze nos Jogos Americanos de Mar Del Plata, na Argentina (1995).

Chuí conta que durante o treinamento do Uniara/Lupo ele procura trabalhar com exercícios mentais de visualização, especificamente em cima das funções de lance livre, arremesso de dois e três pontos. “Conversamos sobre o arremesso perfeito e realizamos o treino mental, com visualizações, e o mecânico. Você percebe na hora uma confiança maior no jogador, a mecânica fica melhor e, em termos de números, temos um bom aumento de acertos. Todos os jogadores ficaram satisfeitos com a aprendizagem”, revela o técnico.

Pan Americano no Brasil

Pela primeira vez na história os Jogos Pan Americanos serão realizados no Brasil, no Rio de Janeiro, a partir de junho deste ano. Na avaliação dos especialistas em PNL, este fato pode ser ponto de pressão ou ponto a favor da atuação dos esportistas, uma vez que suas famílias e amigos poderão estar presentes aos estádios, piscinas, ginásios e campos, e com isso haverá uma grande torcida durante as competições.

Para determinar conscientemente qual será a conseqüência de jogar “em casa”, as atletas podem recorrer à PNL. “A Programação Neurolingüística é uma ferramenta poderosíssima para auxiliar este competidor, pois através dela, ele poderá montar modelos mentais de sucesso e êxito. Assim, o esportista irá encarar todos os fatores de competir no Rio de Janeiro a seu favor, basta usar a PNL”, aconselha Ricardo Melo.

Revista InterActius - Edição N° 6 Swich - Uma arma contra a compulsividade e o vício Revista InterActius - Edição N° 6

Swish...a vontade sumiu!
Técnica de PNL elimina compulsões que vão de roer unhas a fumar


Djota Carvalho
Swish, em inglês, é o nome dado ao arremesso de basquete que entra com perfeição na cesta, sem tocar em nada, o que na imaginação dos americanos produziria o exato som desta palavra. É o que, na gíria em português do basquete, chamamos de “chuá”. Swish também é uma técnica de Programação Neurolingüística (PNL) que, com a mesma exatidão de um arremesso perfeito, elimina os mais diversos comportamentos compulsivos.

“Já usei o swish para ajudar pessoas que queriam parar de comer muito um determinado tipo de comida, comprar compulsivamente um determinado acessório, roer unhas e até parar de fumar. É uma técnica relativamente rápida e bastante eficaz. A maioria das pessoas abandona o hábito compulsivo em apenas uma sessão”, diz o psicólogo Fernando Dalgalarrondo, da Actius.

Segundo Fernando, a técnica modifica uma resposta condicionada que as pessoas compulsivas têm, utilizando imagens internas e trocando-as de modo que elas passem a ter respostas e conseqüentemente comportamentos diferentes dos originais (veja exa-tamente como a técnica funciona no quadro na página 15). Também como no basquete americano, o nome swish é onomatopéico: refere-se ao som imaginário produzido pela troca rápida das imagens.

A consultora de treinamento Branca Barão (foto acima) foi uma das que largou uma - deliciosa - compulsão graças à técnica. Ela conta que, “desde que se conhece por gente”, sempre foi apaixonada por mousse de chocolate. Uma paixão compulsiva. “Depois de adulta me peguei indo somente a restaurantes que tinham um bom mousse para a sobremesa e até saía de casa à noite, embaixo de chuva, para comprar esse doce. Uma vez, em um trabalho que fiz num hotel em Santa Catarina, não consegui nem almoçar por causa de uma travessa de mousses que tinha no buffet de sobremesas... acabei comendo só a sobremesa”, diz, acrescentando que, além de tudo, só apreciava a sobremesa em grandes quantidades.

Em média, Branca comia mousses três vezes por semana, sendo que na maioria delas saía de onde estivesse só para comprá-los. A sessão de swish com com Branca foi realizada durante o Practitioner, como exemplo da técnica. Enquanto a consultora se submetia ao método, um participante do grupo que assistia ao curso foi ao restaurante do hotel e pediu que fossem servidas mousses como sobremesa, sem que a moça soubesse. Quando viu os mousses expostos no almoço, porém, Branca nem chegou perto deles.

“Naquele momento pensei que talvez eu não tivesse comido porque todos os outros participantes do grupo estavam me observando e eu tive vergonha de comer. Porém, a vontade desapareceu de uma vez a partir daquele dia: não comi mais nenhum mousse desde julho de 2004. Aliás, nem vontade de doce eu tenho mais, porque usei a mesma técnica com eles. Às vezes chego a pensar: hmmmm, esse restaurante tem um mousse de chocolate ótimo, vou pedir de sobremesa. E quando percebo já saí do restaurante e esqueci, ou simplesmente fiquei satisfeita com a refeição e não quero mais nada”, conta.

Cláudio Acemel Cordeiro, assistente de Marketing, também usou o swish para se livrar de uma compulsão incômoda: roer unhas. “Comecei a roer há uns oito anos, não sei exatamente o momento. De repente, eu era um roedor”, diz, rindo. O hábito aparentemente inofensivo começou a prejudicar até mesmo a vida profissional de Cordeiro: durante reuniões de trabalho, as pessoas o olhavam ostensivamente enquanto ele roía as unhas sem parar.

“Roía bastante mesmo, vivia machucando meus dedos. Um dia eu estava no metrô de Londres, durante uma viagem, e uma menina que eu nem conhecia perguntou se eu estava nervoso. Aí eu vi que exagerava no hábito e dei uma diminuída, passei a roer só a pelinha ao lado das unhas”, relembra.

Assim como aconteceu com Branca, Cordeiro se voluntariou para uma sessão de swish durante o Practitioner, em janeiro deste ano. “Desde aquele dia, nunca mais roí unhas. É fantástico, se penso em roer unha já me vem a imagem mental programada no curso. Não só o swish como todas as outras técnicas (de PNL) são de grande ajuda no meu dia-a-dia. Uma amiga me disse uma vez que se mais gente tivesse acesso a esse tipo de conhecimento, o mundo seria um lugar melhor. E acho que ela tem razão.”

‘Abandonei meu melhor amigo’ A história da terapeuta corporal Kátia Leopoldi é mais preocupante que a de Branca e Cordeiro. Aos 40 anos, Kátia teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC), em decorrência do vício de fumar. Ainda assim, não conseguia largar o cigarro. “Fumei por longos 30 anos, e fumei muito. Durante todo este tempo jamais parei de fumar, nem um dia sequer: foram anos de dedicação entre nós. Comecei a fumar aos 14, em uma época que fumar era símbolo de charme e sensualidade, me inspirando na beleza apresentada pelas telenovelas que iniciei minha longa amizade com o cigarro. Estávamos sempre juntos e parecia que jamais iríamos nos separar”, diz.

Kátia conta que o cigarro era “seu melhor amigo”, mas após o AVC e uma série de circuns-tâncias pessoais que enfrentou, decidiu que era hora de abandoná-lo. Durante um curso de Practitioner, porém, percebeu que era mais que um vício: tratava-se de uma compulsão. “Quando chegamos a aula de mudança de comportamento, descobri que não era viciada e, sim, compulsiva ao cigarro. Sempre achei que era compulsiva a bolsas e blusinhas, nunca poderia imaginar isso: compulsão a cigarro. Segundo consta, compulsão é o ato de fazer algo e se sentir culpado logo em seguida. E era exatamente o que sentia em relação ao cigarro”.

Antes mesmo que Fernando Dalgalarrondo completasse a frase pedindo um voluntário, ela já levantou e passou a frente de todos pedindo para ser a “cobaia”. “Isso foi no dia 26 de janeiro de 2007, mais ou menos por volta das 16 horas, e até agora sinto tanto nojo de cigarros que chega a ser engraçado. Fiz apenas uma sessão de swish e, como disse o professor Dalgalarrondo no meio da sessão, eu já estava curada. Com apenas dois flashes eu já não conseguia mais ver a imagem pista, foi automático, eu só conseguia ver minha imagem limpa e brilhante da Kátia que eu queria me transformar, leve e serena, pois era assim que eu imaginava que seria, e é exatamente assim que me sinto hoje”, diz.

Kátia conta que, desde então, sequer pensou na possibilidade de voltar a fumar. “Sinto-me maravilhosa, minha pele esta cada dia mais iluminada, meus cabelos com um brilho diferente, as pessoas comentam que até minha voz mudou. Já arrisquei um cooper na pista da Lagoa do Taquaral, em Campinas, exercício que não praticava desde os 14 anos. Definitivamente minha vida mudou muito. Parei de fumar. Isso é fato.”

Apesar do sucesso de Kátia, Dalgalarrondo alerta que, no caso de compulsões como o cigarro, muitas vezes é necessário agregar ações ao swish. “Há casos em que deve-se trabalhar auto-imagem, é preciso fazer um histórico da pessoa, usar patches de nicotina para combater a dependência química. Mas isso depende da função que o cigarro tem na vida dela: às vezes a pessoa fuma como relaxamento ou 'forma de conversar', por exemplo”, diz. “Não é uma técnica que funciona em 100% dos casos. Mas é eficiente em 99% deles e, no um por cento em que não funciona, chega a perfeição se for aliada a outras ações contra a compulsão”, conclui. (colaborou Michela Yaeko)

Quadro: Como funciona o Swish

1. Com a ajuda de um especialista na técnica, o compulsivo identifica quais são as imagens mentais que geram a compulsão. “É o que chamamos de imagem pista. Por exemplo, a pessoa não está fumando, mas vê outra pegando um cigarro e essa imagem dispara nela a vontade de fumar. Ou alguém que não está com fome, mas quando vê uma determinada cor ou embalagem passa a sentir a vontade de comer chocolate”, exemplifica Fernando Dalgalarrondo.

2. Depois de identificar e fixar a imagem pista, o compulsivo cria uma outra imagem dele mesmo, mais criativa, em uma situação saudável.

3. A seguir, com os olhos fechados, ele monta um quadro em sua mente: a imagem pista é visualizada de forma grande e clara. Dentro dela, em um quadro menor (como naqueles televisores que permitem assistir dois canais ao mesmo tempo), ele visualiza a imagem saudável.

4. O especialista estala o dedo e, swish, o compulsivo faz a imagem grande diminuir e desaparecer em sua mente, e a pequena ficar grande e clara. Nesta primeira vez, a troca ocorre de maneira lenta e gradual.

5. O especialista faz com que o compulsivo repita o processo várias vezes, cada vez mais rapidamente, até que ele comece a funcionar inconscientemente.

6. A partir daí, a imagem pista passa a ser relacionada com um comportamento saudável e a compulsão some.

Observações:

- Fernando Dalgalarondo afirma que uma pessoa pode fazer o processo sozinha, mas só depois de ter aprendido com acompanhamento profissional, até porque em geral só com a ajuda de um especialista é possível identificar a imagem pista e saber o número de vezes que o swish deve ser repetido para gerar o comportamento inconsciente.

- Compulsões como o cigarro, por exemplo, na maioria das vezes exigem tratamentos associados, porque também são gerados por dependências químicas e não exclusivamente psicológicas.

Revista InterActius - Edição N° 6 Ele está de volta Ícones da Neurolingüística, Robert Dilts e Deborah Bacon Revista InterActius - Edição N° 6

Ele está de volta

Ícones da Neurolingüística, a dupla Robert Dilts e Deborah Bacon foi um dos grandes destaques do IV Congresso Latino Americano de PNL, realizado em Campinas em setembro de 2006. Justamente por isso, eles estarão de volta à cidade em outubro deste ano. “A cultura brasileira é uma das minhas prediletas em todo o planeta, com sua enorme sensibilidade a relações interpessoais. Por isso mesmo voltarei quantas vezes puder”, diz Dilts.

Aluno do próprio John Grindler (um dos criadores da PNL), o americano de Nova Jersey terá mais uma vez a seu lado a companhia da californiana (radicada francesa) Deborah, que volta pela segunda vez ao País que também afirma adorar, em especial pela dança e o jeito de ser da população. Dilts e Deborah irão ministrar dois cursos pela Actius.

O primeiro deles é O Despertar da Saúde e o Eu Integral. Para explicar do que se trata, Dilts relembra que a definição de “despertar” é tanto “sair do sono” quanto “deixar um estado de letargia, indiferença, e tornar-se totalmente consciente e desperto”. “Qualquer crescimento ou transforma-ção em nossas vidas são acom-panhados de um despertar, pois é como se acordássemos de um estupor imposto por outros ou por nós mesmos”, diz.

Assim, o curso de dois dias tem como foco ensinar técnicas para que as pessoas possam despertar a si mesmas e aos outros, possibilitando uma vivência integral e sua conseqüente evolução. “O ato de despertar é constantemente associado à idéia de expansão cognitiva ou mental, mas também está relacionado ao coração e emoções das pessoas. Despertar, no entanto, freqüentemente tem a ver com nos reconectarmos com nossas emoções e motivações nos níveis mais profundos, o que gera transformações em nossas vidas pessoais e profissionais”, pontua Dilts.

Os Cinco Ritmos e o Poder Criador das Equipes

O segundo curso, Os Cinco Ritmos e o Poder Criador das Equipes, tem como objetivo desenvolver o poder criador em equipes de trabalho. “O poder criador é aquele que gera algo inovador, novo e transformador. Um grupo criador é um em que o todo é maior do que a soma das partes, pois ele é baseado em princípios de vencer ou vencer de modo que o crescimento dos indivíduos e o crescimento do grupo contribuem entre si, ou seja, o que beneficia um indivíduo também beneficia o grupo e vice e versa”, explica Dilts.

Ele acrescenta que o poder criador verdadeiro envolve a capacidade do grupo em lidar com incertezas, com-plexidades e perspectivas que, muitas vezes, são conflitantes. “Para que isso ocorra os membros do grupo de trabalho devem ter a mente aberta e conectar-se intimamente uns com os outros, gerando um ´campo´ de relação no qual idéias e performances excepcionalmente boas podem aparecer”, diz.

A forma escolhida por Dilts e Deborah Bacon para fazer com que este poder gerador possa emergir no curso são princípios de PNL de Terceira Geração e a dança. “São cinco ritmos fluir, stacatto, caos, lírico e imobilidade desenvolvidos por Gabrielle Roth que refletem padrões arquétipos que formam um caminho somático para transformar e liberar a sabedoria do corpo. Dançar ao som destes ritmos e acordá-los em nossos corpos nos ajuda a vencer barreiras, explorar novos territórios, encontrar e tra-sformar sentimentos difíceis e a nos conectarmos melhor”, afirma.

Dilts ressalta que trata-se de um curso inovador e que os participantes sentirão nos próprios músculos, como liberar o poder criador de um grupo que traz crescimento e transformação para a vida de cada integrante da equipe. Cássio Corazzari, da Actius, ressalta o ineditismo dos cursos de Dilts e Bacon. “A proposta da Actius é oferecer sempre a nossos clientes o que há de melhor e mais inovador, dentro ou fora do Brasil. Por isso, quando soubemos que uma dupla do porte de Dilts e Bacon estava ministrando cursos em conjunto, fizemos questão de trazê-los para o Brasil ”, ressalta.

Mais informações sobre os cursos na Actius, pelo telefone (19) 3253-3030 ou no site www.actius.com.br.


Warning: Division by zero in /home/actius/www/site/includes/functions_noticias.php on line 616

Actius PNL - Consultoria, Desenvolvimento e Liderança | Campinas | Voltar     Actius PNL - Consultoria, Desenvolvimento e Liderança | Campinas | Home

 
 

Home

Cursos & Treinamentos


PNL & Excelência Humana

Practitioner em PNL

Conquistando Objetivos

Transformação Essêncial

 


Hipnose Ericksoniana

Master Practitioner em PNL

Trainer Training

Hipnose Comunicação Sistêmica

Agenda

InCompany

Revista InterActius

Fotos & Depoimentos

Actius News

Empresa

Contato

Cadastre-se e receba nossas promoções

Horário de Funcionamento: Seg. à Sex. 8h30 às 18h    Telefone: 19 3305.2002
Endereço: Rua Fialho de Almeida, 66, Jd. N. Sra Auxiliadora - Campinas/SP
Copyright © 2000-2018 • Actius PNL & Excelência Humana - Centro de Treinamentos
PagSeguro Actius ISO 9001:2008 Z.midia - Energia Criativa na Web | Criação e Manutenção de Websites em Campinas/SP