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Revista InterActius

 

Saúde e a PNL

Edição N° 5

Revista InterActius - Edição N° 5 Editorial Revista InterActius - Edição N° 5

Mudanças e transformações

 

No processo de crescimento do ser humano, uma coisa é inevitável: tudo, dado o devido tempo, muda. Em 2006, por exemplo, o brasileiro viu muita coisa mudar. A imagem que tínhamos de nosso futebol como o melhor do mundo; a noção que partidos políticos de esquerda são éticos por natureza; a constatação de que para a maioria do povo brasileiro a honestidade é mais importante que a necessidade.

Tudo isso mudou. Mas, como se vê, mudar não significa necessariamente melhorar. Para isso, é necessário transformar. A PNL trata disso, ajuda-nos a transformar o mundo em nossa volta e nós mesmos em algo melhor.

Nós, aqui da Actius, passamos por diversas transformações em 2006. Transformamos nossa fama como referência internacional na PNL em um fato concreto e inquestionável ao obtermos o selo de qualidade ISO 9001:2000. Transformamos nosso conhecimento e excelência na Neurolingüística em uma força de organização e capacidade ampliada ao promover o IV Congresso Latino Americano de PNL. Transformamos nossa vontade de crescer, em todos os sentidos, em realidade, ao ampliarmos não só nossos cursos e número de clientes como também o nosso número de amigos. Amigos como você, que nos acompanha aqui na Inter@actius.

Temos certeza que nosso país também vai se transformar. A mudança na imagem de nosso futebol pode se transformar em humildade e força para voltarmos a ser o número um. A mudança na noção ingênua de que um partido poderia ser incorruptível pode se transformar em uma nação de eleitores mais cientes e conscientes. A mudança que nos mostrou que uma pessoa troca seu voto por um prato de comida obtido com quaisquer recursos que sejam pode transformar a mente daqueles que querem vencer honestamente de modo que eles entendam que não basta denunciar o que está errado, é preciso também agir de maneira mais acertada.

Todas estas transformações, estas evoluções, dependem de nós mesmos. Mas se há uma coisa que a PNL nos prova é que elas são possíveis. Certamente no ano que vem, as mudanças que se aproximam não sejam apenas um pretexto para que sua vida mude de lugar, mas, sim, que sirvam para que ela mude para um lugar melhor e assim se transforme. Por isso, o desejo de toda equipe Actius para você no Natal e no Ano Novo, não poderia ser outro: que sua vida se transforme e seus resultados apareçam ainda mais. Salve 2007! Com certeza estaremos, mais um ano, lado a lado conquistando novos horizontes.

Revista InterActius - Edição N° 5 Entrevista - José Carlos Mazzilli fala sobre pensamento sistêmico Revista InterActius - Edição N° 5

‘O organismo em equilíbrio é um organismo morto’

 

Professor da Pós-Graduação em Medicina Comportamental e Terapias cognitivas-comportamentais do Instituto de Psicobiologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFES), José Carlos Mazzilli é um dos principais nomes no Brasil quando se fala em pensamento sistêmico. Em entrevista à Interactius, o também coordenador de Especialização em Programação Neurolingüistica do IBEHE, acaba com o mito da homeostase (a busca dos seres por equilíbrio) e explica as diferenças entre o pensamento lógico-linear e o pensamento sistêmico.

 

Qual a diferença do pensamento lógico-linear e do pensamento sistêmico?


Mazzilli - Pensamento lógico-linear é unidirecional e excludente. Uma coisa é ou não é. Como é um tipo de pensamento que não acredita em contradições, então se você parte do pressuposto errado, todo o resto será errado (o pressuposto que não dá bom resultados). O pensamento lógico-linear deriva da análise. Como se você pegasse uma estrutura e a dividisse em partes, a fragmentasse - como a medicina faz, pega um órgão, o decompõe, estuda todas as partes desse órgão e a partir das partes forma o todo. O pensamento sistêmico é oposto. De acordo com esse pensamento, se você dividir o sistema em partes, você está destruindo o sistema, porque as partes não têm a qualidade do todo. O todo é conseqüência da relação das partes com o todo. No pensamento sistêmico você valoriza mais o todo do que as partes. É um pensamento que tem feedback, isso torna possível o sistema aprender com os seus erros. Já no linear isso não acontece, pois é uma linha continua de relação causa-efeito.

 

Como seria essa relação causa-efeito?

 


A principal característica é do pensamento lógico-linear é ser causal, onde a causa está sempre antes da conseqüência. O pensamento sistêmico não diz isso, diz que a causa vêm em função do relacionamento das partes. Por exemplo, no pensamento lógico-linear, quando um casal se separa existe sempre a pergunta: de quem foi a culpa? Na abordagem sistêmica não existe culpa, existe sim um resultado, um feedback do contexto. Não existe erro. Se em um cetro contexto você fizer uma ação e repetir o comportamento em outros contextos, você vai obter sempre o mesmo resultado. A pergunta no pensamento sistêmico não é qual é a causa, é sempre qual é o padrão, porque o padrão é como o indivíduo se acopla ao meio-ambiente.

 

Como funcionam as aplicações desses pensamentos para a resolução de problemas de uma pessoa?


O pensamento lógico-linear possui uma postura de querer livrar-se dos problemas. Toda a base terapêutica neste pensamento é composta pelo profissional ajudar o paciente a se livrar do problema. Na abordagem sistêmica, diferentemente da lógico-linear, identifica-se o padrão, ensina-se o paciente a mudar o padrão, a mudar o sistema de pensamento. Ou seja, é uma terapia de aprendizagem, onde você prepara melhor o indivíduo. O resultado disto é que na abordagem sistêmica, por ser uma aprendizagem, se ensina uma nova postura ao paciente e ele consegue resolver ou enfrentar seus problemas.

 

Quais as diferentes percepções sobre o comportamento de uma pessoa, de acordo com os pensamentos sistêmicos e lógico-linear?


No caso do lógico-linear, tudo vem de fora, o paciente é colocado como uma vítima na circunstância, vítima da relação causa-efeito. Então, no caso do pensamento lógico-linear, o ser humano é produto do meio e ocorre muito o determinismo, ou seja, as coisas acontecem porque tem que acontecer. É basicamente uma transferência de responsabilidades. Você passa para outra pessoa a sua responsabilidade. Neste caso, o controle das emoções e do comportamento fica muito difícil, porque você não controla o meio-ambiente, nem as pessoas. Então a pessoa neste tipo de pensamento, por muitas vezes se sente impotente. Todas as técnicas terapêuticas neste pensamento são de “evitamento” ou sobre como lidar com o inevitável. Para todo o problema existe uma causa básica que está no passado e ela que deve ser identificada. No caso da abordagem sistêmica não, a percepção é outra. O comportamento não é determinado por causas do passado, mas sim pela criação de expectativas que a pessoa tem a respeito do futuro, algo que se alcança ou não. Você tem que identificar os padrões que levam o indivíduo a perceber o mundo daquela forma, a maneira como ele cria idéias e estados emocionais que o levam a gerar determinados comportamentos.

 

E como a terapia então se encaixa em tudo isso? Como ela se encaixa com o pensamento sistêmico ?


A terapia consiste em quebrar o padrão. Todas as ferramentas da PNL são técnicas que quebram padrões. Para a ciência ainda usada atualmente, o ser humano é visto como passivo. Ele recebe impressões do meio ambiente que são levados para sua neurologia, como uma máquina fotográfica, que apenas registra o meio. Essa concepção não é mais aceita pela ciência moderna, porque senão todos os seres humanos reagiriam da mesma maneira. De acordo com a teoria sistêmica da cognição, de Humberto Maturana e Francisco Varella, que mudou completamente a postura do ser humano perante o meio-ambiente, a percepção não deve ser vista como uma representação externa de uma realidade externa. Pelo contrário, a percepção é um organismo vivo sem especificar realidade através do processo de organização circular de seu sistema nervoso. Desse modo, o organismo se acopla estruturalmente com o meio-ambiente como o seu próprio meio-ambiente interno. São desses acoplamentos que surgem as representações mentais. É a Teoria da Auto-poiese. Os relacionamentos com o meio ambiente é que produzem os resultados. O indivíduo tem a parcela de responsabilidade em qualquer resultado que obtenha. Ele sempre contribui para ele.

 

Essa responsabilidade parte da escolha do indivíduo então?


Na abordagem sistêmica existe uma grande síntese sobre a vida, porque é uma teoria que é aplicável a todos os seres vivos. Todos os seres vivos têm três coisas fundamentais: a primeira é o padrão de organização, que é uma configuração de relações internas que determinam as características essenciais em um ser vivo. A segunda é a estrutura: a parte física do padrão de organização sistêmica. E a terceira é o processo vital: as atividades envolvidas na incorporação e manutenção do padrão de organização sistêmica.Isto significa que o sistema nervoso é auto-referente e tem uma organização circular e é por isso que as pessoas percebem de maneira diferente, porque eles selecionam do meio-ambiente os atrativos a que se acoplam.

 

A repetição de padrões de comportamento é escolha do próprio indivíduo então?


Por exemplo, aquela pessoa que não importa qual o trabalho, o chefe é sempre ruim. Ou ainda aquela pessoa que sempre “arruma pessoas tranqueiras” para se relacionar? É ela mesma que seleciona, de acordo com a sua história pessoal, é um padrão inconsciente. É função do terapeuta descobrir esse padrão, para que o cliente possa ter novas percepções dele. O processo é a neurologia acoplando com os atrativos do meio-ambiente. Por exemplo: pessoas que só procuram o negativo nunca se alinham para a conquista de seus objetivos, pois elas se afastam sempre do que consideram ser potencialmente perigoso.

 

E como uma pessoa deve agir para conquistar o equilíbrio?


Esse é outro grande mito, o da homeostase, onde o organismo sempre procura o equilíbrio. Na verdade isso não acontece, o organismo em equilíbrio é um organismo morto. Toda vez que você respira, você provoca uma revolução interna no seu corpo. A cada pensamento, a cada percepção, você muda as configurações dos elementos cognitivos. Não existe equilíbrio, todo organismo vivo opera afastado do equilíbrio. E mais, quanto mais afastado do equilíbrio, mais criativo o indivíduo fica, pois procura alternativas. Isto está provado através de experiências.

 

 

Os Sete Padrões de Acoplamento Estruturais

 

 

Como o individuo esta direcionado? Mais para o meio ambiente interno ou externo: extroversão ou introversão.


Há pessoas que são pouco perceptivas, falam de maneira superficial sobre o que viram, por exemplo. Escolhem um atrativo nas informações e já se acopla com o meio ambiente interno. Essas pessoas não tem capacidade de percepção.

 

Motivação e convencimento. Como o indivíduo se convence de algo?


Tem pessoas que acreditam mais no que vêem, no que ouvem ou no que sentem (cheiro, tato, etc). Ou seja, algumas acreditam e se convencem por Imagens, outras por argumentos e outras por sensações.

 

Modo como a pessoa abstrai: ela pode abstrair de modo difuso ou seletivo ou fazer combinações.


Exemplo: a pessoa que tem o filtro difuso ou o padrão difuso de pensar, é uma pessoa que se contenta com poucas informações. Já o seletivo é aquele que solicita detalhes e pormenores. “Você percebe aqui a confusão que isso pode provocar em relacionamentos de pessoas que abstraem de formas diferentes. Por exemplo, a filha liga para o pai e diz que vai a uma festa. Ele pergunta a hora em que ela vai chegar, ela responde e eles desligam o telefone. Então, a mãe pergunta para o pai outros detalhes, do tipo: com quem ela está, onde é a festa, etc. Como o pai não sabe, a mãe diz que ele não está interessado nas duas, nem em filha e em nem em mãe.”

 

Metas e objetivos: quais são os padrões?


Algumas pessoas querem sempre evitar a dor, outras estão mais direcionadas para o prazer e outras usam combinações das duas coisas (essas são mais contextuais). Por exemplo: pessoas que falam que é melhor prevenir do que remediar. Para elas a vida pode se tornar muito chata, porque o objetivo não é algo que ela busca. Na verdade, ela procura se afastar do que é potencialmente perigoso, então suas expectativas para o futuro são negativas. Em geral são pessoas tensas e ansiosas. Já as pessoas que são mais voltadas para o prazer buscam mais o objetivo que desejam conquistar e, portanto, sabem o que quer.

 

Posições perceptivas:


A primeira posição é de pessoas que estão absolutamente centradas em si mesma. Percebem tudo em relação a elas mesmas (egocêntricos). São incapazes de se colocar na posição da outra pessoa. A segunda são os dissociados. Conseguem colocar-se na posição da outra pessoa.
A terceira posição é a do observador neutro. Aquele que consegue se imaginar conversando com a outra pessoa para saber se está agradando ou para atingir seu objetivo.

 

O padrão para satisfação das necessidades interpessoais.


Este item é FUNDAMENTAL. Nós temos três necessidades básicas: a inclusão, que significa se sentir importante e significativo. Esse sentimento de inclusão é desenvolvido de 0 a 2 anos de idade, de acordo com Will Schutz. O bebê de 0 a 2 tem que ter carinho, sentir o toque, é assim que ele percebe se é bem-vindo ou não e se pertence ou não à família. Quando ele não se sente significante, importante, ele não se sente merecedor do mérito-próprio. As pessoas que não se sentem incluídas são vitimas fáceis de drogas, por exemplo. Fazem de tudo para poder participar de um grupo. Pode ser também aquele bonzinho que não sabe dizer não. Ou ainda aquele tipo de pessoa que se afasta, porque não quer que vejam a sua insignificância. É o ser subsocial, aquele não tem amigos no intervalo da aula ou não tem amizades. O contrário dele é o supersocial: o famoso arroz de festa. Ele está em todas, mas no fundo tem o mesmo sentimento do que se isola, do subsocial: se acha sem mérito e se mostra muito sociável por se sentir insignificante. Então, o sentimento da Inclusão é ter mérito ou não.



A segunda necessidade básica é a necessidade de controle: o sentimento de ser competente. Aqui existem dois tipos: o abdicrata, que é aquele que abdicou de todo o controle e gosta de ser controlado; e o autocrata, que é o ditador, o que quer controlar tudo, o perfeccionista. Existe ainda o democrata, aquele que sabe onde controlar e onde ser controlado. Esse sentimento é construído dos 2 aos 4 anos. É nessa fase que a criança mostra o quanto ela obedece, o quanto ela ocupa o seu espaço dentro da casa. O indício de algo errado é posterior: pessoas que demoraram muito para parar a diurese noturna (urinavam na cama). O sentimento de controle é ter respeito próprio ou não.


A terceira necessidade e a de afeto, construída dos 4 aos seis anos: esta é a fase em que acontece a vida particular da criança, onde ela seleciona seus amigos e confidentes. Está baseada na intimidade ou na falta dela. Isso pode acarretar na pessoa que tem dificuldade em gerar intimidade: ela não se acha com potencial para amar e ser amada. Aqui temos o tipo subpessoal, que não se envolve com ninguém-solitário; e o superpessoal, aquele que namora muito, mas não se envolve, não tem afeto verdadeiro. O sentimento da auto-estima deriva do afeto, ser amada ou não.

 

Orientação temporal:


As pessoas que vivem no passado. As pessoas que começa, “mo meu tempo” “antigamente”. Procuram causas da sua situação no seu passado, se vestem de maneira conservadora, etc. Como vivem no passado e o passado para elas é concreto, projetam para o futuro o passado. Quando você projeta, você faz a coisa acontecer, neste caso você repete o passado no futuro. Quando você pensa naquilo que não quer, você vai obter aquilo. O sistema funciona de acordo com as suas expectativas a respeito do futuro. Se as expectativas são negativas, é aquilo que se vai alcançar.

 

Fonte: José Carlos Mazzilli

Revista InterActius - Edição N° 5 Especial - Congresso de R$ 1 milhão Revista InterActius - Edição N° 5

Sinônimo de excelência

 

IV Congresso Latino Americano de PNL reuniu quase 600 pessoas, movimentou mais de R$ 1 milhão e firmou-se como um dos maiores eventos do gênero.

No mundo atual, o sucesso de um evento é medido pelas cifras que ele apresenta. O que dizer então de um acontecimento que reuniu mais de 570 pessoas de cinco países diferentes, ofereceu mais de 20 cursos e palestras e movimentou mais de R$ 1 milhão em negócios? Estes números impressionantes são o saldo final dos seis dias do IV Congresso Latino Americano de PNL e dos cursos pré-congresso.

O evento, realizado de 5 a 10 de setembro no Hotel Nacional Inn, mobilizou centenas de pessoas, gerou os mais diversos tipos de negócios diretos e indiretos, e despertou a atenção da mídia – a EPTV, emissora da Rede Globo que transmite para cerca de 70% dos municípios do estado de São Paulo, por exemplo, gravou um programa de 30 minutos sobre PNL com os especialistas Fernando Dalgalarrondo e Ricardo Lima, levado ao ar em 4 de novembro.

“O IV Congresso foi muito bem organizado, o clima estava muito bom e a qualidade dos palestrantes, excelente. Acredito que este quarto tenha sido o melhor congresso até agora”, diz o médico Jairo Mancilha, idealizador dos congressos latino americanos. Realmente, poucas vezes Campinas viu um evento tão bem organizado e que despertou tamanho entusiasmo de seus participantes.

Se os números dão uma idéia da magnitude do evento, a qualidade do Congresso ficou patente justamente por depoimentos de pessoas que vivenciaram o Congresso, seja na organização (como Jairo Mancilha), participando dos cursos ou até mesmo ministrando-os. “Encontrei pessoas muito abertas, respeitando o que aprenderam antes e continuamente flexíveis e envolvidas. Todos estão achando que receberam muito e fiquei impressionado com o compartilhamento de informações e idéias, com a boa energia e a excitação das pessoas na troca de experiências”, conta Stephen Paul Adler, um dos mais concorridos palestrantes do evento e sinônimo de hipnose em todo o mundo.

Assim como o especialista estadunidense, a palestrante Leila Navarro, especialista em Comportamento Humano e Medicina Comportamental, ficou impressionada com o que viu. Acho que este encontro conseguiu reunir a nata da PNL. . Existe uma força nessa gente toda que pode ajudar na humanização, e a PNL é isso, é humanização”, afirma. Logo a seguir, completa com uma piada bem ao estilo de quem trabalha a relação entre PNL e humor: “ Tudo isso foi uma grande conspiração aquariana, que mostrou que eu posso mudar o mundo, pois toda vez que eu me uno a essa trupe tenho essa sensação que eu posso mudar o mundo.”

Mudar o mundo ou mudar a si mesmo? Com a PNL, ambos parecem uma tarefa possível, ainda mais com todo o aprendizado proporcionado pelo IV Congresso. Opinião de quem participou de praticamente todas as palestras e elaboratórios. “Me senti em uma escola, podendo aprender com as maiores pessoas que a PNL pode proporcionar. Sinto-me honrada, privilegiada em ter convivido com essas pessoas de renome internacional”, conta a terapeuta holística Zaíra Farah M. de Souza.

 

Dever cumprido

 

Para Cássio Leonardo Corazzari, sócio-proprietário da Actius e presidente do IV Congresso, a sensação após o evento foi de um dever cumprido. E muito bem, é bom frisar. “Foi a primeira vez que organizamos um congresso deste tamanho e com tantas pessoas de renome. É claro que houve pequenas imperfeições, que fazem parte de todo processo como este, mas no geral e pelas avaliações que colhemos dos participantes, creio que podemos afirmar com toda a certeza que o IV Congresso foi um tremendo sucesso”, diz.

 

Corazzari conta que mesmo as estrelas da PNL internacional que participaram do evento fizeram questão de registrar junto á organização que em poucos lugares do mundo viram um congresso tão bem realizado. “Para nós, porém, o maior prêmio foi ouvir das pessoas que elas aprenderam muito e gostaram de tudo o que fizeram no evento.”

 

O IV Congresso só teve um aspecto negativo: seu sucesso foi tão grande que dificilmente ele será superado pelas próximas edições. Mas, se depender da vontade e da capacidade de Jairo Mancilha, o desafio está aceito e será vencido. “O V Congresso será em Salvador, no ano que vem, e abordará temas relacionados à terapia e à aprendizagem. Vamos levar mais gente e fazer um evento pelo menos tão brilhante quanto este de Campinas”, promete.

Revista InterActius - Edição N° 5 Reportagem - Como escolher bem um curso Revista InterActius - Edição N° 5

A importância de se escolher um bom curso

 

Sábado, 16 de setembro de 2006. Em um simpático hotel do distrito de Nova Aparecida, em Campinas, o empresário paulistano Wagner Dias Barbosa Lima garante a casais em crise conjugal que eles podem andar em cima de brasas incandescentes usando o poder da mente. O resultado: 35 pessoas com queimaduras, inclusive de segundo grau.

A história ganhou páginas dos principais jornais do Brasil. Pior ainda, como o tal empresário afirmava dominar técnicas de Programação Neurolinguística, a maioria da imprensa relacionou o incidente à PNL.

O erro da mídia causou revolta entre os conhecedores da Neurolinguística. Em Campinas, Fernando Dalgalarrondo e Cássio Corazzari, da Actius, agiram rápido e foram aos jornais. “Não podíamos deixar, de maneira alguma, que misturassem esse tipo de coisa com o que fazemos. Tínhamos acabado de realizar nosso Congresso Internacional, reunindo centenas de pessoas de todo o planeta na cidade, e a imprensa, ao ouvir que o tal empresário usava PNL, confundiu tudo”, conta Corazzari.

Dalgalarrondo, que é psicólogo e há 25 anos ministra cursos de PNL no Exterior, explicou aos jornais que a PNL é o estudo do comportamento humano através da linguagem. “Deixamos claro que a Neurolinguística é um meio sério de se desenvolver as potencialidades do ser humano e nada tem a ver com usar o poder da mente para caminhar sobre brasas”, diz.

Até mesmo uma mestre em yoga foi ouvida pela mídia para deixar claro que PNL e andar em brasas são atividades distintas. “Para chegar até esse nível de controle da mente (que possibilita caminhar sobre brasas sem sentir dor), é preciso passar por diversos passos. Não é em um único dia, de uma hora pra outra, que a pessoa consegue trabalhar isso”, disse a iogue Everarda Aparecida Borges de Paula à Rede Anhangüera de Comunicações.

Um detalhe importante: procurado pela imprensa de todo país, o “instrutor” Wagner Dias Barbosa Lima não foi encontrado nem se pronunciou sobre o episódio a ninguém.

 

Credenciais

 

Para Fernando Dalgalarrondo, há lições muito importantes a serem aprendidas com o ocorrido. “Em primeiro lugar, as pessoas têm de se conscientizar que é preciso checar as credenciais de quem ministra qualquer curso. O fato de uma pessoa ter um site bonito na Internet e dizer que entende de tudo não significa que ela pode ou sabe ensinar algo”, diz.

O psicólogo alerta que, mesmo quando há um suposto conhecimento, é preciso verificar se as credenciais estão à altura do que é oferecido. “Há muitos casos de pessoas que fazem um curso e já acham que podem ensinar o que foi aprendido. Só o fato de ter passado por um curso não capacita ninguém a ensinar. É necessário ter formação específica, didática, experiência e uma estrutura correta. Antes de se inscrever em qualquer coisa, verifique tudo isso e procure ouvir pessoalmente quem já passou pela experiência”, recomenda.

Outra boa dica é se informar sobre a instituição que oferece o curso, buscar saber suas referências e até mesmo a existência de selos de qualidade neutros e indubitáveis, como o ISO 9002, por exemplo. Como se vê, são medidas simples, mas que podem evitar que o aluno compre gato por lebre. E, neste caso, ainda pague para se machucar.

Revista InterActius - Edição N° 5 Feminilidade - PNL & Feminilidade Revista InterActius - Edição N° 5

Em busca da feminilidade perdida

 

PNL torna-se aliada da mulher moderna na reconquista da auto-estima e da sexualidade

 

Antigamente as mulheres eram criadas e educadas para cuidarem da casa, dos filhos, do marido e às vezes até dos próprios pais. Com as mudanças iniciadas pelo feminismo nos anos 1970 e, em especial, a partir da década de 1990, elas também passaram a ser orientadas a cuidarem da carreira e a serem independentes. Com tudo isso, as mulheres encaram papéis variados no âmbito pessoal e profissional e acabam por deixar de lado a si mesmas, o que acarreta em sentimentos de falta de auto-estima, frustração, ansiedade, piora nos relacionamentos, depressão e queda no rendimento do trabalho, entre outras.

A luta da mulher atual passou a ser, então, a de voltar a olhar para si mesma e resgatar a sua feminilidade, que está diretamente ligada ao autoconhecimento, à auto-estima e à sexualidade. Recentemente, o sexo feminino ganhou uma aliada nesta batalha diária: a Programação Neurolinguística.

Segundo a terapeuta comportamental e practitioner em PNL Lucimara Reckia Pinheiro, a PNL possui ferramentas que são indispensáveis na recuperação da auto-estima, na quebra de padrões, crenças e tabus que a maioria das mulheres ainda possui. “A mulher precisa rever e desmistificar conceitos pessoais, talvez com carga moral e afetiva e, nesse ponto, a ressignificação promovida pela PNL é imprescindível”, diz a terapeuta. “A sexualidade não é apenas genitália ou o ato sexual.

A educação sexual não deve limitar-se à dimensão biológica, mas sim abordar os aspectos bio-psico-sociais integrados, esclarecendo que a assertividade do aprender a usar o corpo e a dizer sim ou não está muito distante do ser repressivo”, revela a terapeuta.
Lucimara explica que a busca pelo auto-conhecimento está ligada diretamente à feminilidade e a sexualidade. “A sexualidade não é o sexo apenas e sim tudo o que o envolve: a afetividade, a auto-estima, a emoção, a entrega, a parceria, o auto-conhecimento.”

A sexualidade e tudo o que a envolve está diretamente ligada a outros setores da vida.

“Quando não temos uma boa vida sexual é claro que de alguma forma tudo é afetado. É claro que algumas pessoas são mais afetadas e outras menos, mas o que quero ressaltar é que a sexualidade é importante em nossa vida e não é só sexo! Pois a sexualidade também engloba nossa afetividade conosco mesmas!”, diz a sexóloga e psicoterapeuta Carmen Jansen.
Ela explica que uma das maiores dificuldades da mulher é não saber lidar com a própria sexualidade por ter medo ou, até mesmo, por ter um conceito errado sobre o tema. “As pessoas confundem sensualidade e sexualidade com erotismo e pornografia”, diz. “A sexualidade não tem nada a ver com o corpo e nem com a idade. Tem a ver com você se sentir feminina, com as suas atitudes diante da vida, com a forma como você se vê, se olha no espelho e gosta de você. Ter autoconfiança.”.

Para Carmen, a PNL enxerga a sexualidade de forma natural e, por esta razão, a sexóloga a utiliza juntamente com uma base de psicanálise e estudos modernos da psicologia, em seus cursos sobre o tema. “Eu utilizo as ferramentas da PNL para mudança de crenças, mudança de padrões e ressignificação, procurando transformar uma crença limitadora de uma pessoa que acha que não pode, que não é sensual em uma crença facilitadora, para que ela resgate o auto-conhecimento e viva com alegria, como uma pessoa capaz. Fazemos exercícios mentais e corporais que ampliam a percepção da pessoa sobre ela mesma. A PNL é uma ferramenta poderosíssima para o desenvolvimento da auto-estima”, diz Jansen.

Para Lucimara Pinheiro, ao tratar de problemas referentes à sexualidade, a mulher altera a auto-estima e passa a tomar controle de suas emoções, como medos, ansiedades, traumas e auto-imagem. “Nesse ponto, podemos observar diariamente, o quanto melhoramos nossas vidas quando melhoramos e tomamos consciência da nossa sexualidade, pois é um aspecto de vital importância para quem se preocupa com qualidade de vida e busca sempre uma boa saúde e o bem-estar físico, psíquico e social em sua plenitude”, diz a terapeuta. Segundo ela, a partir do momento em que a mulher incorpora em seu dia-a-dia estes novos aprendizados, aprimora seu poder de sedução, feminilidade e conquista. “Ela passa a acreditar cada vez mais que a sexualidade não é apenas um instrumento de reprodução, mas também, de puro e merecido prazer! Isto traz a alegria de volta à vida da mulher”, complementa.

 

Sensualidade, PNL e a terceira idade

 

O resgate da feminilidade e da sexualidade não está restrito a mulheres jovens. Carmen Jansen dá palestras exclusivas de sensualidade para o público da terceira idade. “Já tive pessoas com mais de 70 anos em meus cursos”, conta. Segundo a sexóloga, a sexualidade não se limita à determinada idade. “Não existe nenhuma pesquisa científica que diz que depois dos 50 anos a sexualidade morre”, diz.

Para Carmem, quando se fala em sexualidade e em sexo, vêm à cabeça pessoas de 30, 35 anos, no limite dos 40 anos. Muitas vezes isso se deve às crenças limitadoras. “As pessoas ainda acham que sensualidade tem a ver com os padrões de beleza que a mídia nos impõe e estes padrões não têm absolutamente nada a ver com a realidade. A sensualidade tem a ver com o sentir, com a feminilidade, com a forma como essa pessoa se vê. E é muito importante quando se fala no resgate da feminilidade que as pessoas não se prendam a esses padrões”, diz a sexóloga. “Quando se fala em sexo, muitos não pensam nas pessoas idosas, mas os idosos também tem desejos. O que muda é a freqüência e, de certa forma, muda até para melhor, porque a afetividade aumenta”, completa.

Revista InterActius - Edição N° 5 Capa - Cid Paroni Filho explica como PNL pode ser a cura para doenças Revista InterActius - Edição N° 5

Doente? A PNL é a cura

 

Médico homeopata diz que maioria das mazelas é causada pela mente e, portanto, pode ser desprogramada

 

No mundo moderno, a maioria das enfermidades que acometem o corpo é tratada com remédios. Mesmo um simples resfriado, segundo muitos médicos, deve ser resolvido com um comprimido. O médico homeopata Cid Paroni Filho, porém, não está entre eles. Paroni Filho, que começou a estudar Programação Neurolingüística (PNL) em 1993, afirma antes de medicar, é preciso saber como está a situação emocional do paciente. “A maioria das doenças contraídas pelos seres humanos têm origem na mente, e a utilização da PNL pode ser a chave para se conseguir a cura”, diz.



Isso porque, de acordo com estudos e fatos constatados pelo homeoapata em sua prática diária, a mente (ou pensamento inconsciente) é responsável direta pela criação de diversas doenças. “A mente humana cria uma doença com a função de alertar e dar um aviso ao pensamento consciente de que, de alguma forma, estamos desrespeitando e prejudicando o nosso próprio organismo”, explica.



Ainda segundo o homeopata, seja qual for o problema de saúde, ele tem a ver com uma situação de dificuldade, insegurança ou medo vivido pelo indivíduo. A situação se agrava com o que ele chama de “pílulas douradas” ou “pílulas da felicidade”, que são os antidepressivos e remédios para tratar a ansiedade. “Observo muita gente que vive ‘engessada’ emocionalmente como se estivesse quimicamente estacionada num estado de ‘paz interior’. ‘Enfrentam’ os problemas cotidianos de uma maneira muitas vezes excessivamente calma, como se aquilo que vivem fosse de mentira ou de brincadeira”, afirma o médico, que é autor de um livro sobre este assunto, intitulado Você é o Remédio.

 


O senhor afirma que a maior parte das doenças são causadas por problemas emocionais. Como o senhor classifica o que é ou não é emocional?


Quando há um processo viral, você automaticamente enfrenta um agente invasor, e para enfrentá-lo, você traz seus anticorpos. Conforme se vive e a qualidade de vida emocional que se tem, a quantidade de anticorpos do qual uma pessoa dispõe para enfrentar esse agente invasor vai ser diferente. Num sistema fechado onde convivem várias pessoas, seja numa faculdade, seja numa pré-escola, num ambiente de trabalho, um dos membros do sistema traz uma cepa de vírus, e ele contamina as pessoas do seu sistema. Algumas dessas pessoas vão automaticamente combater o vírus e vão ter uma ligeira coriza, uma leve indisposição.

Outras vão desencadear um quadro de intensidade média, com dores no corpo, picos de febre, e um terceiro grupo, que é aquele em que as pessoas estão mais estressadas, desgastadas, que estão mais sobrecarregadas, vão aproveitar a presença desse vírus e vão ter uma justificativa para um descanso, e então elas vão permitir por combater o agente invasor, a pessoa vai formar um quadro intenso de febre, de indisposição, e ele vai ficar acalmado durante dias, tendo a justificativa que ele precisa para ficar de repouso. Os vírus têm maior e menor grau de potência, mas o ser humano tem muito do comando. Com as crianças, por exemplo, quando se imagina um ambiente onde os pais vivem em desarmonia, uma criança pode desenvolver dor de ouvido de repetição, e nesses locais existe discussão entre pai e mãe. É dolorido para a criança ouvir pai e mãe discutindo. O órgão de choque dela se transforma no ouvido.

 

Dos pacientes que procuram o senhor, qual a porcentagem que possui enfermidades ligadas à emoção?


No início, tínhamos três ou quatro doenças para as quais a medicina oficial admitia a existência de um comportamento emocional. Hoje esse número já passa de 150 doenças comprovadas, e aumenta com o passar do tempo. Comigo, o número de pessoas é próximo de 100%, são cerca de 97%.

 

De que forma o senhor trabalha com seus pacientes para saber se há ou não uma doença emocional?


Eu traço um perfil emocional da pessoa, com precisão.


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