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Revista InterActius

 

Revista InterActius

Edição N° 2

Revista InterActius - Edição N° 2 Editorial Revista InterActius - Edição N° 2

A PNL CRESCE, A INTERACTIUS ACOMPANHA

 

A cada novo dia é maior o interesse bem como os resultados despertados pela Programação Neurolingüística (PNL). Neste segundo exemplar da Interactius esse fato pode ser confirmado em pelo menos duas matérias. A primeira é a reportagem sobre o crescimento do interesse pelo curso de Practitioner, na qual não apenas são mostrados dados numéricos e técnicos sobre o curso, como também são relatadas histórias de ex-alunos que aplicaram o conhecimento com sucesso em suas vidas profissionais e pessoais.

Histórias, muitas vezes, tocantes, como a da professora Bete Giuzio, que ao utilizar técnicas de PNL com seus alunos acabou demovendo uma adolescente do suicídio. Ou ainda inesperadas, como a utilização da programação neurolingüística acoplada a tratamentos de homeopatia, produzindo excelentes resultados.

Outra matéria que também reflete os efeitos positivos dos cursos da Actius está na sessão PNL na empresa, na qual dois grandes homens de negócios revelam como seus empreendimentos se desenvolveram tanto do ponto de vista econômico como do estrutural e intelectual com a utilização das técnicas e conceitos que aprenderam.

E há muito mais para ler nesta edição: uma entrevista com Betty Ericson falando sobre sua vinda para o Brasil, outra com o gênio do xadrez Gary Kasparov elocubrando sobre estratégia e mais um texto genial do nosso grande Fernando Dalgalarrondo. Temos ainda a agenda do semestre, as fotos da festa do aniversário de cinco anos da Actius.

Então chega de papo, que você já deve estar morrendo de vontade de folhear as próximas páginas, certo? Pois vá em frente e perceba que a Interactius, acompanhando o desenvolvendo da PNL, cresceu em número de páginas, em criatividade e em informações, dentre outros itens. Espero que, terminada a leitura, ainda fique um gostinho de quero mais, pois em dezembro um novo número da Interactius, vai chegar às suas mãos, com muitas outras reportagens e novidades pra lá de boas, como a estréia da sessão de humor, com uma história em quadrinhos desenvolvida especialmente para a revista pelo cartunista DJota que, pra quem não conhece, é o autor das tiras “Só Dando Gizada’, publicadas no jornal Correio Popular, de Campinas, com uma homenagem a outro grande nome da Actius, o grafólogo Carlos Mussato. Mas isto é para a próxima...



Até lá, então!

 

Cássio Corazzari

Revista InterActius - Edição N° 2 Inovação - PNL na Clínica Revista InterActius - Edição N° 2

PNL é usada em atendimento policlínico

 

Centro Médico Homeopático de Campinas aplica Programação Neurolingüística
para complementar tratamentos

 

Muitas pessoas se habituam a enxergar a Programação Neurolingüística (PNL) como uma ferramenta. No entanto, a PNL pode ser aplicada como parte de um atendimento policlínico mais amplo, como acontece no Centro Médico Homeopático de Campinas, clínica coordenada pelo médico ortomolecular, nutricionista, acupunturista e homeopata Carlos Lopes. No espaço, o paciente encontra oito especialidades: medicina ortomolecular, acupuntura (auricular e sistêmica), homeopatia, nutrição, fisioterapia, RPG (Reeducação Postura Global), psicologia e odontologia. Todas podem ser complementadas por sessões específicas de PNL.

 

“A PNL ajuda muito em questões pessoais para um tratamento mais rápido e efetivo, como quando detectamos uma fobia. A causa de um paciente não emagrecer também pode ser por um trauma, por exemplo”, conta Lopes. “Nós tivemos um paciente que tinha uma disfunção gástrica causada por um trauma de infância. Utilizamos a PNL para tratar o trauma e a medicina homeopata para completar a cura”, completa.

 

Quando chega ao centro, o paciente passa por um atendimento inicial que vai determinar qual a metodologia de trabalho a ser seguida e qual o direcionamento clínico a ser tomado. A maior parte dos pacientes que procura a clínica traz como problemas a ansiedade, a obesidade (e a busca pelo emagrecimento), o estresse, a depressão ou a necessidade de parar de fumar.

 

“É importante lembrar que aqui nós temos o atendimento voltado para as características pessoais, focado no indivíduo, que abrange tanto o físico quanto o psíquico e que tem como objetivo a cura e não um tratamento contínuo”, esclarece Alessandra Scavone, fonoaudióloga e acupunturista do Centro. “Nós também procuramos optar por uma medicina ortomolecular não-tóxica, ou seja, procuramos sempre por um tratamento diferenciado, que não contenha nada sintético, no qual tudo seja natural. A acupuntura auricular atua bem na parte psíquica e endócrino e a sistêmica em dores corporais. Ambas efetivas na cura de patologias como enxaqueca, alergias e hérnias de disco”, informa Carlos Lopes.

 

Com todos estes méritos, o Centro Médico Homeopático de Campinas representará o Brasil no Congresso Internacional de Acupuntura Auricular e Aurícolo Medicina em Lyon, na França, apresentando um trabalho sobre depressão.

Revista InterActius - Edição N° 2 Entrevista - Betty Erickson? A sucessora de Erickson Revista InterActius - Edição N° 2

A SUCESSORA DE ERICKSON

 

Em entrevista exclusiva à Interactius, a filha do criador da hipnose ericksoniana fala um pouco sobre suas experiências e sobre o Brasil

 

A região de Campinas irá receber em outubro, mais uma vez, a visita de Stephen Paul Adler, fundador dos Institutos de Hipnose de Nova York e do México e um dos mais renomados hipnólogos do mundo. Desta vez, no entanto, Adler (que esteve no Brasil em maio do ano passado) vem muito bem acompanhado. Junto com ele estará Betty Alice Erickson, filha do criador do conceito de Hipnoterapia Ericksoniana, Milton Erickson.


Betty, que já morou no Brasil por 14 meses, volta agora para dar o curso Formação em Hipnose Ericksoniana junto com Adler. Mãe de três filhos - dois garotos e uma menina - ela é pós-graduada em psicoterapia e terapia matrimonial e familiar, área na qual trabalha há 17 anos. Enquanto se prepara para visitar nosso país, Betty, que abrirá o curso no dia 15 de outubro, respondeu às perguntas da Interactius.

 

Interactius: Como foi o seu primeiro contato com a hipnose ?


BA:
Eu convivi com a hipnose durante toda a minha vida, apesar de não ter reparado nisso em determinadas ocasiões, quando era criança. Hoje, sabendo o que sei sobre hipnose, vejo que meu pai usava as técnicas de comunicação de hipnose comigo e minha família de muitas maneiras, que então eu não identificava. Minha primeira experiência formal, no entanto, foi quando eu tinha 10 ou 11 anos e meu pai me usou como subjugada em seu consultório para um estudante. Que eu me lembre, o estudante, na verdade, foi a primeira pessoa que me colocou em um transe hipnótico formal.

 

Como seu pai influenciou você nesta área? Você aprendeu tudo o que você sabe com ele?


Levaria muitas e muitas páginas para discutirmos o quanto meu pai me influenciou na hipnose. Eu realmente cresci com isso. Eu gosto, então ele me usava com muitos de seus estudantes e pacientes para propósitos de demonstrações. Eu era uma subjugada de demonstração para seminaristas de hipnose, que mais tarde se transformariam na Sociedade Americana de Hipnose Clínica e eu fui uma subjugada de demonstração para eles por muitos anos. Eu acredito que todo transe ensina alguma coisa. Então, eu aprendia de todos. Papai foi quem mais me influenciou.

 

Em sua opinião, como a hipnose se encaixa no mundo de hoje e quais são as aplicações mais importantes?


Ela torna a psicoterapia mais rápida e efetiva. É uma excelente ferramenta médica e odontológica também. As técnicas de comunicação que envolvem a hipnose são muito úteis em todos os lugares e para todo mundo.

 

Você acha que exibir a hipnose, com truques, da maneira em que a TV e os filmes adoram mostrar, ajuda a divulgar a hipnose pelo mundo ou apenas distorce o que realmente é?



Eu acho que quando age desta forma a mídia distorce enorme e terrivelmente a hipnose. A maioria destes filmes e programas exibe eventos de hipnose que não mostram respeito pelo subjugado. É um desserviço terrível e faz com que muitas pessoas tenham medo, pois elas pensam que toda hipnose é desta maneira desrespeitosa com o subjugado. Eles (os programas) também mostram muitas coisas que, enquanto possíveis em um transe, não serão de forma alguma prestativas para a pessoa.

 

Nos conte os pontos principais do curso que você estará lecionando aqui.


Infelizmente, vou ter que fazer mistério. É que eu terei que discutir isto com o Dr. Adler. Nós já trabalhamos juntos antes e aí no Brasil eu estarei complementando o trabalho dele.

 

Tendo morado aqui, o que você sabe sobre o Brasil e sobre os brasileiros?


Eu estive no Brasil muitas vezes, ensinando, e também vivi em Brasília por 14 meses com a minha família. Meus filhos, que eram adolescentes, deram uma olhada nas lindas meninas brasileiras e devotaram uma energia enorme para aprender a falar português fluentemente. Já eu fui uma aprendiz mais lenta. Eu amo o Brasil e respeito e amo muito o povo brasileiro.

 

Revista InterActius - Edição N° 2 PNL na Empresa - Crescimento Financeiro e Intelectual Revista InterActius - Edição N° 2

Crescimento Financeiro e Intelectual

 

Aplicação de técnicas de Neurolinguistica ampliam resultados na People e na Money Forte

 


Nos últimos anos, a PNL tem transformado locais de trabalho, relacionamentos pessoais e profissionais e com isso, gerando resultados que impressionam e satisfazem o empresariado. “O que mais me marcou ao entrar em contato com a PNL foi ter descoberto que minhas emoções poderiam ser trabalhadas de maneira que não dependessem do estado emocional das pessoas que estavam ao meu redor e que tudo poderia ser resolvido de uma maneira ecológica, ou seja, respeitando os indivíduos. No âmbito profissional eu entendi a questão do mapa não ser território e passei a trabalhar com o conhecimento de cada um. Depois disto, estar com as pessoas no âmbito profissional e até pessoal ficou muito mais gostoso”, conta Valdeci Pereira Rosa, diretor comercial da People Computação, em Campinas.

Ele destaca que o fato de trabalhar em uma franqueadora na área de educação e receber investidores de diversos níveis e posições faz com que seja necessário que a equipe esteja sempre afinada e com objetivos bem claros para fechamento de negócios. Por esta razão, pessoas da equipe também já realizaram treinamentos em PNL e desta forma, fazem reuniões e buscam as metas em sintonia. “Eu e minha equipe estamos numa sintonia onde todos nos utilizamos estas técnicas levando a resultados fantásticos”, revela o diretor. Ele ainda conta que os funcionários que realizaram treinamentos em PNL passaram a ter um controle maior sobre as pressões e decisões do dia-a-dia.

“A People Computação tem uma marca forte e possui uma área técnica de alto nível e muito bem formatada. Quando fui convidado a fazer parte da diretoria da People Computação em Campinas, foi porque desenvolvi toda uma padronização e métodos na área comercial e isto fez com que a People Computação ficasse ainda mais forte, juntado a marca, a área técnica e área comercial. Só consegui desenvolver este trabalho depois que aprendi a entender primeiro a mim e depois aos outros que faziam parte da equipe”, finaliza Rosa.

 

R$ 107 milhões

 

Para Marcos Ozi, diretor executivo da Money Forte Soluções em Crédito Imobiliário, também de Campinas, a PNL foi responsável pelo sucesso de sua empresa, que em dez anos já fechou um montante de R$ 107 milhões em contratos (no período de janeiro de 1996 a janeiro de 2005) e entregou centenas de casas. “Crises no Brasil acontecem de tempos em tempos. Graças às ferramentas da PNL, enfrentamos todas as crises e chegamos até onde chegamos. Aqui a gente não dá até a nossa última gota de sangue, damos até o tutano do osso”, conta o empresário que, na área pessoal, foi impulsionado pela Programação Neurolingüística a percorrer por duas vezes os 900 km do Caminho de Santiago de Compostella. “A peregrinação fez parte do meu processo de conhecimento”.

 

Depois que voltou do Caminho, em cinco anos sua empresa cresceu 4000%. “A PNL mudou tudo em minha vida e na vida da empresa da água para o vinho. Depois que entrei em contato com as ferramentas minha empresa só cresceu e os relacionamentos, tanto profissionais, como pessoais, só melhoraram”, afirma Ozi.

 

Ele acrescenta que também estendeu os benefícios do curso para sua equipe. “Fazemos palestras para funcionários e cursos in company em PNL aqui na Money Forte. Acreditamos que se estamos em sintonia, o rendimento é maior e atingir as metas fica mais fácil”. A PNL lida com as mudanças ou transformações de comportamento humano o que em um ambiente empresarial pode contribuir para a padronização de métodos de trabalho, pois uma vez que o indivíduo passa a compreender melhor o seu funcionamento, pode entender os de sua equipe e de sua forma de trabalho.

Revista InterActius - Edição N° 2 Capa - Practitioners Revista InterActius - Edição N° 2

Practitioner: mudando (e salvando) vidas

 

Curso que dá acesso a ferramentas de Programação Neurolingüística tem procura crescente e já foi usado por seus participantes até para demover adolescente de pensamentos suicidas

 

As escolas públicas brasileiras desenvolvem um projeto de inclusão social que faz com que alunos portadores de deficiência estudem em salas com as demais crianças. Foi por meio desta iniciativa que Bete Giúzio, professora de Ensino Médio de um colégio em Cosmópolis, interior de São Paulo, conheceu uma de suas alunas, Marcela, que é portadora de síndrome de down. E foi graças à Programação Neurolingüística que as duas se aproximaram a ponto da professora salvar Zoraide, mãe de Marcela, de uma depressão. Também usando PNL, Bete ajudou uma adolescente de 14 anos a não pensar mais em cometer suicídio. Para isso, utilizou uma simples história (que continha metáforas e conceitos de Programação Neurolingüística) em uma atividade na qual a professora adaptou o alinhamento neurológico aprendido no curso de Practitioner.

“Como professora, a PNL me abriu um espaço para confiar e ter atitudes na escola, na sala e com os alunos. Fez com que o aluno confiasse em mim e eu confiasse em minha postura”, conta Bete. “As aulas dela são diferentes. Eu antes achava que as coisas davam errado ou certo. Com uma simples frase em que ela dizia que a vida não nos traz problemas e sim oportunidades, eu passei a não pensar mais em me matar”, conta Ana*.

Jorge Guttemberg Splettstoser, reconhecido médico homeopata de São João da Boa Vista, interior de São Paulo, e Poços de Caldas (MG), é outra pessoa cujo curso de Practitioner mudou a vida. Ele aplicou as técnicas aprendidas no curso, que fez em 1997, em um jogador de tênis, seu paciente, que sempre perdia em jogos decisivos. Após realizarem três exercícios de Practitioner, o jogador ganhou o campeonato que disputava. “O Practitioner trouxe grandes benefícios na minha profissão. Em primeiro lugar para entender melhor os meus pacientes. Depois porque eu consigo trabalhar hoje até com os conflitos, traumas, medos e dificuldades deles. Eles passam a vencer as suas limitações”, diz Splettstoser.

Já para Carla Tambellini, empresária e consultora de empresas em Jaboticabal, interior de São Paulo, as técnicas de Practitioner levaram à solução de problemas e a seguir em direção de resultados. Ela, que aplicava cursos de expressão verbal, sentia-se perdida ao ver que seus alunos choravam durante as aulas. “Aprendi a lidar com as emoções das pessoas, uma vez que eu aprendi a lidar com as minhas próprias. O Practitioner me ajudou a ser menos agressiva e aprendi a trabalhar a flexibilidade, a respeitar o limite de cada um. Eu mudei como ser humano”, relata a empresária.
Estas são apenas três pessoas que tiveram suas histórias modificadas e que ajudaram a mudar a de outros por aplicar técnicas de um treinamento pelo qual já passaram mais de 600 pessoas em cinco anos. O Practitioner é um curso de formação em Programação Neurolingüística, da Actius Consultoria, que dá ao treinando acesso às principais ferramentas básicas da PNL: estratégia de liderança, de criatividade e de mudança comportamental. Um dos principais benefícios é a acuidade sensorial, ou seja, o refinamento dos sentidos e da percepção das pessoas. Através das técnicas, o treinando consegue ampliar a capacidade de percepção do meio, de como as pessoas funcionam e de como o sistema as influencia.

“O objetivo é a melhora de vida pessoal e profissional. Ambas as coisas estão atreladas. Então o que nós percebemos é que a PNL traz para a pessoa uma excelência maior como ser humano, pois a partir de momento em que se entende melhor o outro, se entende o meio em que você vive e, assim, economiza-se energia, conseguindo seguir em frente na busca de seus resultados”, conta Gisele Campos, consultora e coordenadora da Actius.

Um dos fatos interessantes revelados pelo estudo de qualidade realizado em outubro e novembro do ano passado na Actius, pelo Instituto de Pesquisa Pró-Exitus, é que os treinandos em Practitioner costumam indicar para outras pessoas o curso e continuar seus estudos em Programação Neurolingüística. “Creio que isso é devido à competência inconsciente que o curso traz, ou seja, o que é aprendido fica incorporado na pessoa e as ferramentas deixam de ser ferramentas e se tornam habilidades. Assim a PNL passa a estar presente no dia-a-dia, nas práticas profissionais e pessoais”, completa Gisele.

Ainda de acordo com a mesma pesquisa, em quatro anos o número de alunos da Actius cresceu em 80%. “O aumento de procura pela PNL e a desmistificação do tema são devido à informação e a centros de treinamentos que levam a programação neurolingüística de maneira séria. Ensinam as ferramentas da PNL de maneira prática e não de forma utópica”, revela Rita Buratto Mendes, também consultora e coordenadora da Actius.

 

As técnicas

 

Em um curso de Practitioner são apresentados aos treinandos cerca de 30 técnicas inseridas no conteúdo programático. Dentre elas destacam-se o Rapport (método que tem como objetivo estabelecer um clima de confiança com o interlocutor, através de técnicas de espelhamento e acompanhamento); o Meta Modelo de Linguagem (conjunto de perguntas que lhe permite reunir informações que especifiquem a experiência de alguém, a fim de conseguir uma melhor representação daquela experiência); e a Âncora, que pode ser qualquer estímulo recebido por algum dos cinco sentidos ou a combinação deles (os fundadores da PNL, Grinder e Bandler, definem ancoragem como a tendência de qualquer elemento de uma experiência trazer de volta toda a experiência. Por exemplo, uma pessoa está ouvindo uma música e bate o carro. Todas as vezes que ouvir a mesma música, se lembrará da batida).

 

“No dia a dia, todas as técnicas aprendidas são utilizadas, rapport e âncoras, principalmente. Eu uso muito a linguagem hipnótica, principalmente para lidar com conflito”, conta a empresária Carla Tambellini. Um dos trabalhos desenvolvidos por ela na prefeitura de Jaboticabal é na área de relacionamento interpessoal. Carla treina a sociabilização e ensina o respeito pelo cidadão a pintores, eletricistas e outros profissionais que cuidam da infra-estrutura da cidade.

 

“Em geral são pessoas desmotivadas, por se considerarem desqualificadas. Mas o trabalho delas é super importante para o bom funcionamento da cidade e quando vou trabalhar com elas, tenho que entrar na sintonia delas pra poder puxá-las para cima e para conseguir desenvolver um bom relacionamento entre elas e entre os outros cidadãos”, diz a empresária. “Muitas vezes nem percebo que estou aplicando as técnicas, pois as incorporei”, finaliza.

Revista InterActius - Edição N° 2 Entrevista - Gary Kasparov Revista InterActius - Edição N° 2

A estratégia de Kasparov



Octacampeão mundial de xadrez fala, em entrevista a Interactius, sobre a importância do planejamento, da criatividade e da percepção

 

Seja na guerra, nos negócios ou na vida, saber traçar estratégias é fundamental quando se quer obter sucesso. Aprender e aplicar estratégias é algo presente em praticamente todos os cursos de Programação Neurolingüística, sejam eles de formação ou específicos (como o de Comunicação & ‘Negociação Estratégica, que será ministrado no próximo dia 6 de agosto). Estratégia também é fundamental no jogo de xadrez. E, sendo assim, é fácil entender porque Gary Kasparov pode ser considerado um dos maiores estrategistas do planeta.
Vencedor por oito vezes do maior torneio de xadrez do mundo, o Linares, e nove vezes consagrado campeão olímpico, Kasparov nasceu em 13 de abril de 1963 em Baku, capital do Azerbaijão. O pai, Kim Weinstein, era professor e a mãe, Klara Kasparov, engenheira. Gary aprendeu a jogar xadrez com o pai quando ainda tinha cinco anos. Depois da morte do pai, porém, o garoto trocou o sobrenome Weinstein por Kasparov.
Nesta entrevista exclusiva para a Interactius, Kasparov - que atualmente ganha a vida fazendo palestras em diversos países (dentre os quais o Brasil, no qual esteve em 2004) – fala sobre estratégia aliada a negócios e à vida em geral.

 


Interactius - Para início de conversa, como o senhor define estratégia?


O conceito de estratégia é muito ambíguo. As pessoas usam a palavra estratégia para qualquer coisa atualmente e muito freqüentemente para encobrir a falta de uma estratégia. Estratégia não é simplesmente uma reação a eventos. Uma forma de colocá-la é prever as conseqüências das suas decisões presentes. É importante reconhecer a diferença entre as conseqüências de longo termo e suas reações técnicas. Não quero ser crítico de negócios de sucesso nem de políticos de sucesso, mas estamos claramente enfrentando uma crise no mundo moderno entre as habilidades de negócios e a visão (ou falta de visão) das pessoas. Para dirigir um bom negócio é preciso de habilidade de gestão. O problema é que, se você vive a agenda do dia-a-dia, não consegue pensar no longo prazo. E esta contradição nós nem temos tempo de considerar. As pessoas, porém, precisam reservar mais tempo para pensar sobre visão, criatividade e intuição... e reconhecerem que essas coisas que muitas vezes soam espirituais têm grande valor material.

 

Como assim?


Não reconhecemos, por exemplo, que a percepção carrega valor material. É por isso que as pessoas precisam olhar para o quadro maior, para o todo. Quando se é bem sucedido, infelizmente, tende-se a ser complacente e a não querer mudar os padrões vitoriosos. Por causa disso, o sucesso presente muitas vezes torna-se o inimigo do sucesso futuro. Enquanto você está tendo sucesso, outras pessoas inventam novos modelos. No momento em que você reduz a marcha pode ser superado pelo seu concorrente. É por isso que, mesmo quando você está ganhando, tem que ser criativo. Aprendi isso no xadrez. Eu costumava jogar com pessoas das novas gerações regularmente e a razão de eu ainda estar entre os primeiros é que sempre mantive viva minha paixão por inovações.

 

O senhor acha que a estratégia é algo próprio da pessoa ou pode ser desenvolvida por meio de experiências ou cursos, por exemplo?


De modo geral é algo que se adquire, mas lembre-se: estratégia não é um conceito universal, tem elementos diferentes. Um dos principais é calcular suas próprias capacidades. E nós podemos ter capacidades diferentes, múltiplos objetivos. Estratégia é, portanto, sua habilidade de analisar o quadro geral e de reconhecer seu potencial e o objetivo que quer alcançar. Há diferentes fórmulas de vencer para cada pessoa, é claro, mas o mais importante é compreender sua fórmula, sua capacidade, além da habilidade analítica.

 

De maneira geral, porém, o senhor acha que as pessoas – no mundo dos negócios ou fora dele – sabem lidar com estratégia?


Acho que uma pequena parte das pessoas, em especial aquelas mais esclarecidas ou em posição de comando, têm consciência da importância de se traçar estratégias, bem como de se ater a elas ou mudá-las quando necessário. O problema é que mesmo estas pessoas confundem estratégia com tática. Tática é uma ferramenta planejada que você utiliza em uma situação. Estratégia é o planejamento a longo prazo, que inclui todas as suas táticas. E isso está em falta nas pessoas.

 

Em suas palestras, o senhor fala para platéias de empresários, principalmente. As lições de estratégia do xadrez podem ser transferidas para o mundo da gestão de negócios?


Sim. Acho que o xadrez oferece muitos conselhos úteis. Novamente, o principal é: saiba calcular seus recursos e identificar seus objetivos. No mundo do xadrez, é preciso usar todos os seus recursos para ter o máximo resultado. Hoje, porém, como a maioria das pessoas tem recursos ilimitados, muitas acabam ficam confusas na hora de utilizá-los. Um exemplo óbvio é o técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlos Alberto Parreira. Ele tem tantos recursos que está sempre confuso sobre quem vai convocar.



Então, na sua opinião, o mundo da administração de empresas pode ser comparado a um tabuleiro de xadrez?


Não. Xadrez tem regras (risos). Quero dizer, Tem regras fixas. Mas é possível olhar para algumas generalizações, como a habilidade de aprender a medir sua velocidade e mudar de marcha. E sua habilidade de alocar recursos em direções chave, como no xadrez, em que você tem recursos iguais aos de seu oponente. Mas uma das maiores qualidades é ser capaz de criar vantagens no campo de batalha central do jogo. É preciso ser criativo. Infelizmente, no mundo atual, essa é uma característica pouco incentivada em grandes corporações, por exemplo.

 

Por quê?


Ora, as grandes corporações não podem encorajar a criatividade, pois nelas é a burocracia que regula o trabalho. Nenhuma das invenções mais recentes que tiveram grandes efeitos veio das grandes corporações. Mas encorajar a criatividade e o pensar fora da caixa é importante também nas grandes corporações. O mundo corporativo agora é drenado pela técnica de gerenciamento e a técnica é identificada, muitas vezes, como um inimigo mortal da criatividade. O ideal é manter o equilíbrio. Na prática, a cultura de gerenciamento sempre domina os visionários. Na maior parte do tempo você precisa de gerentes, mas nas encruzilhadas você precisa de visionários. O problema é que, na minha visão, estamos nos aproximando de uma encruzilhada. E temos muitos gerentes.

 

O senhor é conhecido por ter derrotado no xadrez tanto seres-humanos quanto supercomputadores, como o Deep Blue, da IBM. Neste caso, devem-se adotar estratégias diferentes?

 

De maneira alguma. Em ambos os casos você tem que se preparar, estar em boa forma, manter a pressão e criar muita munição para derrotar o seu oponente. A minha estratégia para os dois tipos de oponentes é fazê-los jogar em um campo desconfortável para eles e confortável para mim, de modo que eu consiga, então, ter tempo para explorar minha criatividade, habilidade e percepção. As táticas, no entanto, é que diferem: a máquina é um oponente com características muito particulares. A diferença principal é que todo jogador humano, independentemente de seu estilo, é flexível e tem preferências por certas posições. Mas no fim do dia, o jogador forte estará confortável com jogadas diferentes.

 

As falhas em sua força, em diferentes posições, não são grandes. Já com a máquina, você encara um oponente que não pode ser derrotado em certas posições, porque calcula como máquina. Se ela encontrar um modo de calcular para vencer, vai vencer. Mas torna-se bem mais fraca se as posições são balanceadas e se faltam elementos táticos. A tática com a máquina é empurrá-la para o território onde a avaliação é vital e o cálculo, menos importante. Isso porque máquinas estabelecem prioridades fixas, que têm números matemáticos ligados a cada elemento.

 

Então, se há cem elementos que eu consideraria, como a segurança do rei, por exemplo, sei que essas coisas são relativas em valor e que em determinado momento minha prioridade deve ser salvar a rainha, para depois utiliza-la na proteção do meu rei ou em um xeque-mate ao adversário. Para a máquina, porém, se a prioridade for a segurança do rei, ela sempre irá salvar o rei quando ele estiver minimamente ameaçado. Por isso, em muitos casos, a avaliação pode ser marcada pelas prioridades inflexíveis da máquina. É importante reconhecer o padrão de decisões que a máquina usa, porque se você conseguir levá-la para o campo onde não se sente confortável, ela não vai ter defesa alguma.

Revista InterActius - Edição N° 2 Palavra do Treinador - A Hipnose Ericksoniana e a PNL Revista InterActius - Edição N° 2

Ícones da hipnose chegam a Campinas



Autoridades renomadas da Hipnose Ericksoniana, Paul Adler e Betty Erikson irão ensinar as utilizações desta ferramenta para tratar dificuldades psíquicas e emocionais, como medos e fobias

 

No palco de um programa televisivo popular, um homem é hipnotizado e pensa estar grudado no chão. No filme da TV, um detetive utiliza a hipnose para obter uma confissão que, depois, o tribunal irá desconsiderar por ter sido obtida de uma maneira ilegal. No clássico desenho animado de Walt Disney, Pato Donald se vê “transformado” em canguru pelo hipnotizador Mickey Mouse.

Em diversas salas pelo Brasil afora, profissionais realizam cirurgias ortodônticas sem utilizar anestesia porque seus pacientes estão hipnotizados. Seja por sua utilização em palcos, sua exposição em diversas mídias de entretenimento ou sua utilização prática em ambientes de trabalho, a cada dia que passa a hipnose desperta mais a atenção da sociedade brasileira. É em meio a este despertar que Campinas irá receber a visita de Stephen Paul Adler, fundador dos Institutos de Hipnose de Nova York e do México e um dos mais renomados hipnólogos do mundo, e de Betty Alice Erickson, filha de Milton Erickson, criador do conceito de Hipnoterapia Ericksoniana.

Eles estarão na cidade, de 15 a 23 de outubro, para ministrar o Curso de Formação de Hipnose Ericksoniana, promovido pela Actius Consultoria, Desenvolvimento e Liderança – empresa que atua em Campinas e região há cerca de sete anos na área de cursos de formação humana e Programação Neurolingüística (PNL).

A hipnose Ericksoniana é uma ferramenta para tratar as mais diversas dificuldades psíquicas e emocionais, tais como: medos, fobias, compulsões, traumas, depressões, ansiedades, distúrbios de aprendizagem, conflitos em relacionamentos, etc.

Desenvolvida por Milton Erickson na década de 50, este tipo de hipnose mudou completamente a aura de magia que envolvia a técnica antigamente, desfazendo mitos antigos.

Por meio da hipnose Ericksoniana tornou-se possível para qualquer indivíduo estabelecer uma comunicação mais profunda e permanente com seu inconsciente e assim ter acesso a uma fonte inesgotável de recursos para solução de eventuais problemas. Atualmente, até médicos e ortodentistas chegam a usar a hipnose como alternativa para reduzir a dor em procedimentos.

Para Cassio Corazzari, diretor da Actius, esta é uma oportunidade única de conhecer o método de hipnose com os melhores da área. “Nosso objetivo é transmitir aos participantes todas as habilidades e ferramentas disponíveis na abordagem Ericksoniana da hipnose através da transmissão de conceitos, demonstrações, e muita prática durante o curso”, afirma Corazzari.

Stephen Paul Adler é Phd em psicologia, psicanálise e psicoterapia em formação em Gestalt, arte da terapia familiar, EMDR, Reike e Hipnose Ericksoniana. O especialista estadunidense é sinônimo de hipnose em qualquer lugar do mundo.

Betty Alice Erickson é filha de Milton Erickson, criador do conceito da Hipnoterapia Ericksoniana. Seu primeiro contato formal com hipnose foi aos 11 anos, quando seu pai a usou como sujeito hipnótico para fazer uma demonstração a um aluno. É psicoterapeuta e terapeuta familiar e matrimonial, área na qual trabalha há 17 anos. Ela já chegou a morar no Brasil por 14 meses, acompanhando seu marido.

O curso acontece no Euro Suit Hotel. Inscrições e mais informações pelo telefone (19) 3253 3030 ou pelo www.actius.com.br.


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