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Revista InterActius

 

PNL Linux

Edição N° 7

Revista InterActius - Edição N° 7 Editorial Revista InterActius - Edição N° 7

Dois mil e oito, quem diria, vem aí. Parece que foi ainda ontem que me sentei na frente do computador para escrever o editorial da revista Interactius 5, fazendo um balanço de 2006 e desejando um feliz 2007. Pois é, a vida passa, o ano passou. E, mais uma vez, nos vemos no final de um período de grandes realizações e com muitos planos para o ano que se aproxima.


  Não posso falar de 2007 sem mencionar Robert Dilts, Deborah Bacon e Paul Adler, que tornaram-se nossos grandes parceiros. Creio que é correto dizer que estes verdadeiros experts da Neurolingüística e Hipnose apaixonaram-se pelo Brasil na mesma medida em que os brasileiros se apaixonaram por eles: os cursos promovidos pela Actius com Dilts, Bacon e Adler foram concorridíssimos e os níveis de satisfação com o que foi apresentado atingiram o ápice.


  Para o futuro, planejamos mais novidades: Paul Adler estará de volta em janeiro de 2008. Robert Dilts e Deborah Bacon, em maio de 2009. Além desta trinca de ouro, estamos contatando ao menos um profissional de tanto renome quanto eles.  Mas não vou revelar ainda quem é... afinal, o segredo é a alma do negócio. Por falar em segredo, nesta edição da revista temos uma matéria especial sobre o famoso best-seller, mostrando que o que ele diz pode até ser segredo para quem não conhece PNL. Quem estuda Neurolingüística, porém, já desvendou os mistérios do “Segredo” há muito tempo.


  Também nesta edição você confere uma entrevista com Edson Harada sobre os dilemas das grandes empresas que podem ser resolvidos com Neurolingüística; dicas de livros cujo tema é PNL, novidades sobre nosso Grupo de Estudos; e uma reportagem em primeira pessoa sobre a experiência de passar por um curso de Formação em Programação Neurolingüistica, o Practitioner.


  Nas seções fixas da revista, temos a já tradicional palavra do treinador, a PNL na Empresa (com um belo exemplo de sucesso na área de softwares, mais especificamente de Linux), agenda, coluna social, humor e uma novidade: a estréia de uma coluna com dicas de segurança, assinada pelo delegado e especialista na área João Jorge.


  Espero sinceramente que você goste do conteúdo desse mês. E que tenha um ótimo Natal e um ano de 2008 repleto de realizações.
 
 
  Cassio Corazzari

Revista InterActius - Edição N° 7 Guia de Sobrevivência na Cidade Revista InterActius - Edição N° 7

João Jorge Ferreira da Silva, atualmente Delegado Titular da Cidade de Jarinu, tem uma vasta experiência com a violência urbana e o banditismo. Profissional com pós-graduação em direito penal, MBA em Gestão de Segurança Publica e Privada, além de master practitioner, grafólogo e dono de habilidades das mais diversas (entre as quais pilotar helicópteros e adestrar cachorros para o serviço policial), JJ - como é mais conhecido pelos amigos - enfrentou as mais diversas situações em sua carreira iniciada nos anos de 1970. Do simples desarme de bandidos a negociações de seqüestros e combate ao tráfico, ele atuou nas mais variadas frentes contra a criminalidade e já esteve à frente do Garra, de Campinas, unidade de policiais de elite da Policia Civil. A partir deste número da Interactius, o delegado dá diversas dicas aos leitores sobre como se proteger do crime. Um verdadeiro Guia de Sobrevivência na Cidade.


O telefone toca, muitas vezes a cobrar. Do outro lado, uma voz de homem: “Alô, aqui é o soldado João, do Corpo de Bombeiros. Houve um acidente e eu peguei o seu número no celular de uma vítima, dizia 'mãe'. A sua filha está em casa?”


Neste momento, quem atendeu a linha já se desestabiliza emocionalmente. “Não, não tenho filha. Mas, meu Deus, será o meu filho, o Paulo?“. “É, é isso mesmo, dona, é o Paulo”, diz a voz, mudando de tom, “Mas não sou bombeiro, não, eu sou o homem que seqüestrou seu filho. O Paulo está aqui comigo e se a senhora desligar o telefone pra ligar para a polícia eu mato ele agora.”


O pequeno texto acima foi extraído de um acontecimento real e, infelizmente, corriqueiro no Brasil: o golpe do seqüestro por telefone. Nesta variação, o bandido se apresenta como alguém do Corpo de Bombeiros (instituição de alta credibilida-de) e diz que houve um acidente com alguém da família, o que imediatamente deixa a vítima em pânico. Na seqüência, identifica-se como seqües-trador e a partir daí muitas vezes alternando-se com um capanga - faz um verdadeiro teatro do terror, para manter a vítima eletrizada na linha e pronta a fazer qualquer coisa para “salvar” o suposto seqüestrado.


Muita gente já caiu no golpe e há pelo menos dois casos registrados de mortes (por crise de hipertensão e ataque cardíaco) ocorridas em virtude do nervoso passado pelo falso seqüestro. Algo que pode ser evitado com algumas medidas simples, segundo o delegado João Jorge Ferreira da Silva.

O que fazer quando atender um telefonema destes?


Lembre-se que bombeiros, policiais rodoviários e profissionais da segurança publica não ligam para parentes de vítimas a cobrar, muito menos antes de terem identificado com certeza a pessoa. Por isso, se o telefonema começar desta forma já tenha certeza que é golpe. Independentemente disso, se você receber qualquer telefonema deste tipo, de uma pessoa dizendo que seqüestrou seu parente e quer dinheiro naquele momento, sua reação deve ser desligar imediatamente o telefone e tentar localizar seu parente.

Mas e se for um seqüestro de verdade, você não estará colocando a vítima em risco?


Se você recebe esse telefonema e a pessoa tentou manter você preso na linha, acredite: seu parente não foi seqüestrado. Em um seqüestro clássico as coisas não são resolvidas rapidamente, porque o seqüestrador quer aterrorizar a vítima e extorquir o máximo de dinheiro possível. Além disso, note que no seqüestro por telefone o seqüestrador ou se recusa a dar prova de vida da vítima (dizendo que se é assim então vai matar a vítima) ou coloca alguém com voz masculina ou feminina berrando “me ajude, mãe/pai” ou coisa parecida atrás, tipo pano de fundo. No seqüestro real, o seqüestrador dá prova algum tempo depois do ato criminoso ter ocorrido, semanas ou meses depois. Mas neste, por telefone, não há como fazer isso porque o seqüestro é de mentira.

E se a pessoa que ligar, por exemplo, disser o nome real do filho de quem atendeu?Ou ainda ligar do celular do filho?


Os bandidos são muito espertos. Eles podem simplesmente ligar para o telefone de uma pessoa com alguma desculpa para obter dados como participação num concurso ou programa televisivo, sorteio, cadastramentos de algum tipo, suposta clonagem de cartões de crédito ou celular, etc e obter várias informações pessoais que serão usadas depois pra convencer o pai ou a mãe da pessoa que ela foi mesmo seqüestrada. Conseguem, inclusive, o telefone do familiar para qual ligam. Justamente por isso aconselhamos desde já: não forneça informações pessoais por telefone ou e-mail. É preciso ter certeza de quem está do outro lado.

E no caso de o identificador de chamadas registrar que o bandido está usando o celular da suposta vítima?


Ele pode ter sido roubado ou simplesmente achado. A esse respeito, mais um conselho: nunca identifique os números gravados em seu aparelho por “pai”, “mãe”, “casa” ou apelidos carinhosos. Isso facilita o trabalho do bandido.


Como, então, a vítima deve proceder nestes casos?


Desligue o telefone, tente encontrar a suposta vítima e procure imediatamente a Delegacia de Policia mais próxima ou contate a Polícia Militar para ser orientado. Em hipótese alguma combine o pagamento do seqüestro com o bandido, porque aí na melhor das hipóteses você vai perder seus bens materiais. Na pior, os bandidos podem armar uma arapuca e pegarem você ou ainda te matarem no processo de pegar o dinheiro.

Revista InterActius - Edição N° 7 A Neurolingüística chega a Petrobrás Revista InterActius - Edição N° 7

Olhar além da superfície é uma das características da Petrobrás. Não fosse isso, a empresa não teria descoberto a imensa jazida petrolífera na área do pré-sal conhecida como Bem-Te-Vi, na Bacia de Santos, nem estaria em vias de confirmar um campo de petróleo ainda maior na área de Iara, na mesma bacia. Olhar além da superfície também é uma característica da programação Neurolingüística assim, nada mais natural que a Petrobrás descobrisse na PNL uma ferramenta para aperfeiçoar ainda mais seus já competentes quadros de pessoal.


Uma descoberta que ocorreu por meio do engenheiro mecânico João Ricardo Barusso Lafraia, gerente geral de Refinarias da Petrobras e funcionário da empresa há 15 anos. “Meu primeiro contato com a PNL foi quando estava escrevendo o livro Criando o hábito da excelência, ao lado de uma colega antropóloga, e uma questão me chamou a atenção: mudança cultural parte da mudança pessoal. É uma questão que entra na zona de conforto das pessoas por se tratar de mudanças de crenças e valores, e a PNL permite essas mudanças de maneira eficaz e rápida, sem precisar de um conhecimento psicológico avançado. Comecei a estudar e achei interessante aplicar em mim mesmo”, diz Lafraia.


O engenheiro, que também é autor dos livros autor dos livros Manual de Confiabilidade e Gestão Estratégica e Confiabilidade (todos publicados pela editora Qualitymark), conta que utiliza as técnicas de PNL no trabalho em especial quando se comunica com seus interlocutores. “Aplico na comunicação inter e transpessoal, quando conto uma história ou uso conceitos de metáforas e da linguagem hipnótica. É uma forma de atrair a atenção do público de forma mais eficaz”, diz ele, que fez na Actius os cursos de Practitioner, Master e Trainer (conheça mais sobre os cursos no box da página 5).


Lafraia ressalta que a Programação Neurolingüística é essencial para qualquer um que atue nas áreas de gestão e liderança, como ele próprio. “Ela ajuda desde a elaboração dos objetivos até a execução do plano de ação. A PNL é uma ferramenta muito prática e a aplicação é imediata. É disponível no momento que você precisa”, garante.


Ele acrescenta que, além de melhorar seu estilo de liderança em especial possibilitando que Lafraia tivesse mais autoconhecimento e contato com as próprias crenças e valores -, a programação faz com que a pessoa seja mais centrada e equilibrada, o que facilita o relacionamento entre familiares, colegas e empregados.


“Uma das coisas interessantes da PNL é que ela te ajuda a aproveitar sua energia, assim como o aikidô, que pratico há algum tempo. Para você entrar em harmonia com o adversário, você se centra, busca o equilíbrio, e só depois estabelece Rapport para conseguir liderar com eficiência.

O aikidô é intuitivo e os conceitos básicos são semelhantes ao estilo da PNL, te ajudando a saber 'cair' e 'levantar' em situações difíceis. A PNL tem o conceito de resignificação, por exemplo, onde uma 'queda' pode ser transformada em fator positivo”, filosofa.


O curitibano de 46 anos também faz questão de fazer uma pequena sinopse para que os empresários e líderes interessados em PNL saibam o que irão encontrar na programação, sempre ressaltando que o ideal é fazer o todo e não apenas as partes. “Fiz os cursos Practitioner, Master e Trainer e cada um traz uma aplicação diferente.

O Practitioner traz a linguagem hipnótica, Rapport, metamodelos, etc.

Revista InterActius - Edição N° 7 PNL na faculdade Revista InterActius - Edição N° 7

Faculdades são, por natureza, locais de acúmulo e divisão de conhecimentos. Nada mais natural, portanto, que o Grupo de Estudos de PNL apoiado pela Actius desde 2001 por sinal, o maior do Brasil, utilizasse as instalações da uma delas, a Faculdade Comunitária de Campinas (FAC), para suas reuniões. E, como o conhecimento é uma mão de muitas vias, também foi de maneira natural que pessoas da própria comunidade passaram a participar das reuniões.


É o caso de Michelle Pires de Oliveira e Jéssica Ferraz, respectivamente assistente de processamento acadêmico e assistente administrativa da FAC. Por meio de convite e incentivo do ex-professor da faculdade João Jorge e do professor Irineu Gamarra, as duas participaram juntas das atividades do grupo pela primeira vez há cerca de cinco meses. “Eu e a Jéssica resolvemos saber o que seria a tal da Programação Neurolingüística, até então desconhecida para nós. Adoramos a palestra, o assunto em si, e reconhecemos a necessidade de aprender mais sobre o assunto”, conta Michelle.


Desde então, além de funcionárias da FAC, elas se tornaram também freqüentadoras assíduas das palestras e apresentações sobre PNL. “Fiquei impressionada com o clima, e a oportunidade que teria de crescimento pessoal se continuasse a freqüentar o grupo e colocar alguns princípios em prática. Tenho praticado algumas técnicas e já obtive êxito em alguns objetivos que tracei”, comemora Jéssica.


A colega Michelle complementa: “No começo achei que seria algo impossível de se praticar, que eram idéias ótimas, mas que seria inviável vivê-las, conseguir as coisas que foram faladas e abordadas. É um sonho que todos nós queremos para ser felizes, mas que não conseguimos devido às dificuldades do dia a dia.

No entanto, tenho acompanhado todos os encontros nesses últimos meses e tentado praticar. Aprendi muitas técnicas de como melhorar as pequenas coisas que fazem toda a diferença.Tenho lido muito e quero saber mais, aprender mais a como colocar em prática tudo o que tenho aprendido nas palestras. Não é impossível”.

O professor Irineu Gamarra, um dos incentivadores de Michelle e Jéssica, também foi levado ao grupo de estudos por um colega, o professor João Jorge. “Conversando amistosamente com o JJ, eu disse que era profissional de PNL e ele se identificou como tal também, e informou a respeito do grupo”, lembra Gamarra, que freqüenta o Grupo de Estudos há cinco meses.


As impressões dele a respeito dos encontros também são as melhores possíveis. “Achei uma grande oportunidade de aprendizado e treinamento, além de propiciar o contato com profissionais do mais alto-gabarito, com o quê me aprimoro a cada dia mais, além de estreitar laços de amizade”, explica o professor.


O Grupo de Estudos de PNL costuma se encontrar mensalmente. Para entrar no grupo é preciso ser practitioner ou ser convidado por um integrante do grupo. Os dias e horários de encontros podem ser conferidos no site da Actius (www.actius.com.br).

Revista InterActius - Edição N° 7 PNL: Muito além do Segredo Revista InterActius - Edição N° 7

Para estudiosos de Programação Neurolingüística, “Lei da Atração” não é nenhuma novidade,
e nem funciona sozinha


A não ser que você tenha vivido o último ano em uma ilha deserta e sem acesso a nenhum tipo de comunicação, com certeza você já ouviu falar de O Segredo (The Secret), livro da autora Rhonda Byrne publicado no Brasil pela Ediouro. Baseado em um documentário com depoimentos de escritores, filósofos e pesquisadores feito um pouco antes, o livro fala sobre um suposto segredo milenar conhecido até então apenas por alguns líderes da humanidade nunca antes revelado: a “Lei da Atração”, ou seja, o fato de que se uma pessoa desejar algo de modo incondicional de modo a direcionar seus pensamentos e nunca desistir do que quer, ela atrairá seu desejo e o transformará em realidade.


Se você não conseguir o que quer, diz o livro, é porque não desejou com força suficiente. Trazendo este conteúdo que reforça a fé e o pensamento positivo, O Segredo transformou-se rapidamente em um dos maiores fenômenos editoriais do mundo. Nos EUA foram vendidos 4 milhões de exemplares em apenas dois meses ainda mais depois que a apresentadora de TV Oprah Winfrey apresentou o livro em seu programa e disse que ele “mudou sua vida” - e a obra permaneceu mais de cinco semanas na lista dos mais vendidos do New York Times. No Brasil os números também foram estrondosos e até a revista Veja chegou a fazer uma grande reportagem sobre O Segredo e o poder do pensamento positivo.


Não bastasse tudo isso, como é comum na indústria literária, o sucesso de O Segredo gerou uma série de outros títulos similares como, por exemplo, “A Lei da Atração” e outros tantos exploran-do o livro em si (“Para entender O Segredo”, “Por trás do Segredo” e afins). Para não mencionar, claro, um imenso número de pessoas fazendo palestras sobre o livro e sobre o documentário. Mas afinal, será que a tal lei da atração era mesmo um segredo tão bem guardado quanto afirma a autora do livro?


Pelo menos para quem estuda e pratica a Programação Neurolingüística (PNL), a resposta é um sonoro “não”. “Quando assisti ao documentário, minha reação imediata foi: eu pratico O Segredo há muito tempo. A novidade foi ver depoimentos de profissionais de áreas distintas, usando argumentos que des-pertaram grande curiosidade nas pes-soas”, afirma a Coach Internacional e Master Pratitioner Noscilene Santos. E completa: “Quem lê o livro com a visão da PNL pode identificar uma orientação sucinta para a especificação de objetivos, mudança de crenças, estado de excelência, ponte ao futuro por meio da visualização criativa, intenção positiva e foco no que quer conseguir.”


Para Noscilene, a PNL, sim, promove uma verdadeira transformação e quem pratica as técnicas de Neurolingüística conhece intimamente O Segredo. “Aprendemos a organizar os pensamen-tos de maneira diferente, a identificar as estratégias que usamos para ter ou não sucesso. É o autoconhecimento. Pode-mos acessar recursos que acumulamos ao longo da vida tanto para nos ajudar a solucionar situações consideradas difí-ceis ou modificar aqueles que nos limitam a tomar certas atitudes. Por isso O Segredo não surpreende os peenelistas.”


Rita Silveira, Master em PNL e pós-graduanda em Medicina Compor-tamental, concorda. “Para colocarmos a Lei da Atração em movimento, precisa-mos nos conhecer melhor, ter autodomí-nio sobre as nossas emoções e sobre nossos pensamentos. Aí entra a PNL co-mo a pedra fundamental para entender-mos como funcionamos e como podemos aprender novas habilidades para construirmos a vida que queremos para nós”, afirma. Para Rita, a PNL é a base não de um, mas de muitos segredos, pois ela mostra o caminho para as pessoas serem quem realmente querem ser.

Revista InterActius - Edição N° 7 Ponto de vista Revista InterActius - Edição N° 7

Uma das mais preciosas contribuições da PNL à humanidade, assim como de algumas tradicionais escolas de conhecimento, é a de estimular e desenvolver a percepção de múltiplas perspectivas com relação aos eventos desta vida. Isto é o que nos permite o desenvolvimento da flexibilidade e, conseqüentemente, uma maior capacidade de adaptação às rápidas mudanças da vida atual. Para não mencionar, claro, uma maior habilidade para experimentar a “alegria de estar vivo”.


E aqui lhes apresento um exemplo simples de exercício de múltiplas perspectivas, através de um conto:



Era uma vez um homem que caminhava por uma região desértica, quando de repente caiu num poço seco e profundo. Após três dias no fundo daquele poço, ele já estava machucado, sedento e faminto, quando surgiu um homem lá em cima. Assim que viu o sujeito dentro do poço, o bom samaritano gritou:



“Não se preocupe que eu vou te ajudar a você a sair daí debaixo. Você vai sair pra fora do buraco rapidamente”.



Lá debaixo, então, o tal homem respondeu: “O que você fala não foi dito na forma gramaticalmente correta. Sei disso, pois sou um gramático profissional”.



“Pois bem”, disse o samaritano, “então vou primeiro aprender a forma gramaticalmente correta de se dizer as coisas. Depois que houver aprendido, voltarei para ajudá-lo.”



Esse breve conto é tradicional em muitas culturas, tem diversas variantes e pode ser encontrado nas mais várias filosofias, como o Budismo, o Sufismo etc. O relato, apesar de curto, nos permite muitas reflexões e pode gerar bons “insights”. A interpretação mais óbvia e imediata se refere à incapacidade do homem caído de reconhecer as prioridades, ou seja, nada pode parecer mais estúpido do que preocupar-se com a gramática quando se está na situação desesperadora, cheio de dor, fome, sedento e literalmente no fundo do poço.


Entretanto é possível girar 180 graus essa interpretação. Ele prefere morrer de fome e sede a deixar passar um erro gramatical. Sua profissão é sua missão, sua vida, sua dignidade antes de tudo. Quantos grandes artistas e cientistas ao longo da história não passaram sérias privações em nome de sua arte ou ciência? E a essa integridade devemos seu legado.


Uma outra abordagem interessante do conto seria pensar que para ajudarmos (verdadeiramente) alguém a sair do “fundo do poço” precisamos reconhecer seu real valor, o que é também decorrência de suas prioridades e habilidades. No caso “a forma correta de se dizer as coisas”. Aquele que ajuda precisa desenvolver sua paciência e consciência do que está fazendo.


Quando auxiliamos alguém a “sair do poço”, não estamos resgatando somente um potencial positivo, mas também um potencial negativo. Quando você cura a ferida de um animal selvagem, deveria estar ciente de que quando ele estiver com fome você poderá ser seu prato do dia. Acho que essas são questões interessantes a serem refletidas quando lidamos com isso de “ajudar pessoas”. São questões que, se bem trabalhadas, podem nos tornar melhores ajudadores.
Uma outra alternativa de leitura do conto seria pensar que não vale a pena ser ajudado por alguém que não cumpre com certos requisitos fundamentais. Por exemplo: se um tirano te tira da prisão, estará simplesmente te transferindo da que você estava para a dele próprio, ou seja, agora você se tornou seu prisioneiro. Dever favo-res a um tirano, em geral, é pior que estar preso.


E eu garanto que poderíamos encontrar muito mais sentido ainda nesse simples conto. Não é bom, às vezes, mergulhar um pouco mais fundo nas águas desta vida?

Revista InterActius - Edição N° 7 A Unifesp e o curso Revista InterActius - Edição N° 7

A Unifesp foi fundada em 1º de junho de 1933 com o nome de Escola Paulista de Medicina, e a primeira a possuir um hospital universitário do Brasil (Hospital São Paulo), em 1936, além de ter organizado os primeiros programas de residência médica no país em 1956 e de pós-graduação em 1970, que são reconhecidos como os pioneiros da área de saúde no Brasil. Atualmente, a universidade conta com 19 cursos nas áreas de exatas, humanas e biológicas, divididos em cinco campi.

A Unifesp também possui sete hospitais, 187 cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) e 43 stricto sensu (mestrado/doutorado/pós-doutorado), além de 51 programas de extensão.


O Curso de Medicina Comportamental é uma Pós-Graduação Lato Sensu (Especialização) criada em 2003, e é oferecido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) através do departamento de Psicobiologia. Seu currículo é composto de 457 horas de atividades (357 teóricas e 100 práticas), voltados tanto para profissionais da saúde quanto para quem trabalha com administração (recursos humanos) ou até mesmo educação (psicólogos e pedagogos).

As disciplinas abordadas no curso vão desde o básico sobre psicopatologias até técnicas de estados alterados de consciência (meditação e hipnose, por exemplo). A duração do curso é de aproximadamente um ano e meio.

Revista InterActius - Edição N° 7 Matéria - Início ao curso Revista InterActius - Edição N° 7

Fernando deu início ao curso: perguntou quem de nós seria o primeiro a se apresentar aos demais. Cada um devia dizer apenas nome, o que fazia e o que esperava do curso, sem maiores explicações. Nada de contar a história da vida. Silêncio sepulcral (agora eu me sentia em uma chamada oral).

 

Depois do primeiro valente, todos se apressaram a falar a que vieram. Eu sinceramente não sabia o que dizer sobre minha expectativa sobre o curso, uma vez que acreditava dominar o assunto. Então disse que esperava que me acrescentasse algo. Mais vaga, impossível. O Practitioner Foi nos proposto um desafio: até o final do curso deveríamos conseguir fazer malabarismo com as bolinhas. “Ótimo”, pensei, sarcasticamente, “se não me acrescentar nada, pelo menos posso concorrer com os meninos do farol e ter um novo emprego se tudo der errado em minha vida”.

 

Como você vê, até aquele momento não conseguiria levar nada a sério. Mas de repente, os exercícios, as informações, começaram a tomar um sentido diferente para mim. Impressionante como as horas passavam rápido. Muitas coisas que pensei conhecer eram apresentadas de uma forma que passavam a ter outro significado, uma importância maior.

 

A comunicação simples entre pessoas, uma conversa banal, por exemplo: a forma e a direção do olhar, a pré-avaliação, o tom de voz e postura corporal, as barreiras que são impostas por nós mesmos sem saber, como nos posicionamos e como posicionamos o outro. De uma simples conversa com o seu parceiro de exercício, quantas descobertas! Quantos detalhes que, ao serem observados, podem guiar a conversa e conquistar o objetivo proposto, sem esforço.

 

E eu que pensava saber entrevistar uma pessoa... Mudança de comportamento As técnicas de mudança comportamental são um capítulo à parte do curso. Não se trata de oferecer a cura para o maior trauma da vida de uma pessoa, mas de ferramentas, meios para nos ajudar a vencer barreiras e obstáculos que muitas vezes nos atrapalham, sem que ao menos tenhamos reparado. Talvez por serem técnicas específicas e que têm como intuito causar um impacto razoável, modificar uma crença ou até mesmo ajudar a combater uma compulsão ou um vício (como o cigarro, por exemplo, ou medo de algum animal), acredito que no primeiro momento podem parecer coisa de maluco. Para mim parecia uma brincadeira de imaginação.

 

Até que o primeiro teste mudou tudo: “Imagine essa pessoa, com quem você não se dá bem, naquela determinada situação. Ela está no tamanho natural dela?”. Para mim foi um choque. Porque ela não estava. Eu a imaginava muito maior, com dentes verdes gosmentos, um verdadeiro animal grotesco.

 

Como é que podia? E mais, o principal: como isso influenciava a minha relação com aquela pessoa e o que fazer com essa informação? Com uma técnica simples, a ressignificação, usando a minha imaginação, o meu cérebro que é a matéria-prima da PNL -, tudo mudou, naquele mesmo dia. Encarei de frente a tal pessoa e consegui tudo o que precisava com ela.

 

Aquela situação que vivi, ressignifiquei, afinal, o mapa não é o território, é apenas a representação dele. Amigos e as bolinhas! Para escrever tudo o que passei e aprendi nos nove dias de curso seria necessário um diário de, no mínimo, 1000 folhas. Como me foram dadas apenas duas páginas nessa revista, vou ter que ser um pouco mais sucinta.

 

Não posso deixar de lembrar os amigos feitos no Practitioner e os “anjos” (instrutores de apoio, que auxiliam nos exercícios). Pessoas fantásticas, essenciais. Depois do segundo dia, a impressão que se tem é que se conhece todo mundo desde criancinha.

 

É impressionante a afinidade e a ligação criada entre as pessoas. Dentre todas, destaco uma em especial: Nasrudin e suas histórias fantásticas. Ele é um grande companheiro do instrutor Fernando Dalgalarrondo e nos acompanha desde o primeiro dia até o final do curso, sempre em contos para fazer pensar ou apenas rir. Nasrudin é um filósofo e sábio popular, um sufi que viveu na Anatólia durante a Idade Média e sua figura é um personagem lembrado por suas histórias divertidas e anedotas. Aparece em vários ditados de tradição persa, árabe, pashtu, urdu e turca.

 

Por fim, as bolinhas! Chegado o final do curso, tenho orgulho de dizer que virei malabarista com três bolinhas. Teve gente que já estava jogando com quatro e até trocando bola com a parede. Mas o que posso assegurar a você, caro leitor, é que não irei para o Cirque du Soleil e nem para as ruas de Campinas ou de São Paulo. E mais, as bolinhas eu uso até hoje... mas o por quê, você terá que descobrir participando de um curso de Pracitioner. Acredite, vale a pena.

 

Quem garante é uma ex-cética.

 

*Danielle Carvalho é jornalista, empresária e assessora de imprensa de celebridades e atletas, entre os quais os nadadores Fernando Scherer e César Cielo.

Revista InterActius - Edição N° 7 Literatura sobre PNL tem sugestões para todos os gostos Revista InterActius - Edição N° 7

O hábito de ler é fundamental para qualquer pessoa que queira au-mentar sua cultura, ampliar seus conhecimentos. Qualquer que seja o tema, um bom livro nos garante não só horas - às vezes dias - de um entretenimento sadio, mas também contribui com nossa formação.
Livros sobre a Programação Neuro-lingüística não faltam, até porque trata-se de um assunto interessantíssimo e estudado desde os anos 1970. Com o objetivo de ajudar você a escolher entre as diversas opções, a Interactius selecionou algumas obras e faz, nesta página, uma pequena resenha para você.



Coaching com PNL: Guia prático para alcançar o melhor em você e nos outros
Andrea Lages e Joseph O´Connor

O´Connor é hoje um dos mais renomados autores mundiais quando o tema é PNL. Em parceria com Andrea, forma uma das mais poderosas duplas já existentes no ensino do coaching, um poderoso meio para atingir os melhores resultados possíveis na vida pessoa e profissional. Em uma obra bem editada e de fácil compreensão, os autores ensinam passo a passo o que fazer e cumprem o que prometem no título: trata-se de um guia prático e possível de ser colocado em prática por qualquer pessoa.

Editora Qualitymark.
254 páginas.
R$ 45,00.


O Espírito da intimidade: ensinamentos ancestrais africanos sobre a maneira de se relacionar
Sobonfu Somé

Um livro excepcional, que auxilia a entender a visão sistêmica das relações familiares. Sobonfu Some, nome que significa “mantenedora do ritual”, nasceu e foi criada em Burkina Faso e é integrante da tribo africana Dagara. A autora e seu marido, Malidoma, percorrem o mundo ensinando a antiga sabedoria da tribo, que fala sobre a conexão contínua com o espírito da comunidade e sobre formas de vivenciar uma intimidade genuína com a própria vida.

Editora Odysseus.
150 páginas.
R$ 22,00.


Crenças: Caminhos para a saúde e o bem-estar
Robert Dilts, Tim Hallbom e Suzi Smith

Obra escrita a seis mãos, este livro é leitura básica para quem quer entender melhor a PNL. O trio de autores é capitaneado por ninguém mais que o mestre Robert Dilts e trabalha com textos simples e diretos, além de inúmeros exemplos de exercícios e técnicas. O objetivo do livro é permitir que o leitor identifique rapidamente e remodele suas crenças limitadores. Entre outras coisas, os métodos abordados na obra permitem que o leitor mude crenças que sustentam hábitos prejudiciais como fumar, comer em excesso ou usar drogas.

Summus Editorial.
192 páginas.
R$ 36,00.


A Essência da mente: usando seu poder interior para mudar
Steve Andréas e Connirae Andréas

Obra indicada para técnicos avançados de PNL.Trazendo relatos pessoais de gente cujas vidas eram cheias de problemas e mudaram após as aplicações das técnicas de programação Neurolingüística, trata-se de um livro um pouco mais complexo. Todos os relatos apresentados para ilustrar as diferentes técnicas e métodos são reais, extraídos do extenso leque de clientes e participantes de workshops promovidos pelos autores.


Summus Editorial.
280 páginas.
R$ 49,00.

Revista InterActius - Edição N° 7 PNL Linux Revista InterActius - Edição N° 7

Michela Yaeko

 

Programação Neurolingüística chega ao software gratuito: Usando técnicas de PNL, empresa obtém crescimento de 500% ao ano e chega a marca de um milhão de micros com o sistema desenvolvido por ela.



Quando se pensa em Linux, a imagem que vem à mente é obrigatoriamente relacionada a computadores, concorrência ao Windows, programas gratuitos ou algo relacionado à informática. A última idéia que se vem à cabeça é que este sistema operacional tenha qualquer coisa a ver com Programação Neurolingüística. Ledo engano. Trabalhar na área da tecnologia da informação utilizando a PNL é não só possível, como traz ótimos resultados: que o diga João Pereira da Silva Júnior, sócio proprietário da empresa Insigne, que produz não só o sistema operacional Linux como também cria programas para ele. E que, graças à utilização de PNL aplicada a seu negócio atingiu em novembro de 2007 a marca de um milhão de microcomputadores de grandes fabricantes embarcados com o seu sistema operacional.

 
“Hoje somos reconhecidos nacional e internacionalmente por termos desenvolvido aplicações baseadas em software livre”, comemora Pereira, como é mais conhecido o empresário que também é practitioner e trainer. Ele revela que utiliza as técnicas da Programação Neurolingüística não apenas com seus funcionários, mas também no relacionamento com clientes e até com os funcionários destes clientes. E que clientes: os softwares são desenvolvidos para computadores de empresas como CCE, Semp Toshiba e Positivo, que já vêm com os sistemas operacionais instalados de fábrica. “Toda a minha empresa já foi criada com base nos conceitos da PNL. Assim, temos tido um crescimento de 500% ao ano”, afirma Pereira.


Para que este sucesso se mantenha, diz ele, é preciso um cuidado todo especial para lidar com cada parte envolvida no processo de produção e comercialização do computador que leva o Linux produzido pela Insigne, chamado de Insigne Linux. Assim, ao lidar com os funcionários, Pereira utiliza técnicas da PNL de diversas maneiras. “Na forma de passar conhecimentos para que atuem com qualidade em suas atividades específicas, por exemplo, ou na de propiciar um relacionamento pró-ativo, em um ambiente de pessoas com formações e crenças heterogêneas, mas que têm sonhos homogêneos, tanto no sentido de crescimento pessoal quanto profissional”, diz o trainer.


As técnicas de Programação Neurolingüística são usadas até com os funcionários dos clientes. “Apesar de nosso software ser incluso em computadores de grandes fabricantes, sentimos que precisamos ajudá-los a desenvolver estratégias mercadológicas para que o usuário final, que é induzido pelo vício do uso do software proprietário, possa enxergar todas as vantagens do uso do nosso software. Também ministramos treinamentos com técnicas de negociação baseado em ferramentas de PNL”, explica o empresário.


O resultado final de tudo isso é claro: “Temos tido muito sucesso nas negociações com grandes clientes, e ao mesmo tempo desenvolvendo uma parceria profícua com os profissionais destas empresas, onde procuramos prestar muitos serviços até aconselhamentos de carreira”, conclui a estrela em ascensão do mundo Linux.

 

O que é Linux?


Linux é um sistema operacional (como o Windows), uma versão simplificada do Unix. O sistema é um dos principais exemplos de desen-volvimento com código aberto, além de ser gratuito. Isso significa que o código-fonte, ou seja, os códigos de programação do sistema, são livres para que qualquer pessoa possa utilizar, estudar, modificar e distribuir livremente.


O Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinkim Finlândia, com a ajuda de vários voluntários, em 1991.
Torvalds começou o desenvolvimento do kernel (sistema operacional) como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema baseado em Unix. Ele limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, "um Minix melhor que o Minix".


Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o kernel Linux estava inicialmente disponível (Linus tinha-o baptizado como "Freax", inicialmente).


Inicialmente desenvolvido e utilizado por nichos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, a Sun Microsystems, a Hewlett-Packard (HP) e a Novell, ascendendo como principal sistema operacional para servidores - oito dos dez serviços de hospedagem mais confiáveis da Internet utilizam o sistema Linux em seus servidores web. Um sistema Linux é capaz de funcionar em qualquer tipo de arquitetura computacional. É utilizado em super-computadores, computadores pessoais e até celulares e palm tops.



Tux


O pingüim chamado de Tux foi o logotipo escolhido por Linus Torvalds, em 1996, em um concurso entre os usuários do sistema. O criador e ganhador da empreitada se chama Larry Ewing. Quando perguntado sobre o por que da escolha ter sido esta, Torvalds diz que gostou da idéia de um pingüim simpático, do tipo que as crianças perguntam “mamãe, posso ter um desses também?”


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