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Revista InterActius

 

PNL e a Fé

Edição N° 9

Revista InterActius - Edição N° 9 Grupo de estudos-PNL online Revista InterActius - Edição N° 9

O Grupo de Estudos-PNL agora está na Internet. As palestras que acontecem mensalmente em Campinas, com a finalidade de proporcionar continuidade nos aprendizados em Programação Neurolingüísitica para aqueles que já se formaram Practitioners e para os apreciadores de PNL em geral, serão transmitidas via Internet em tempo real e também ficarão armazenadas na rede mundial de computadores para quem quiser ver. “A idéia é que possamos atender clientes de outros estados e países que queiram participar do grupo, mas que não podem se deslocar para um dia de palestra em Campinas”, explica Cássio Corazzari, coordenador do Grupo de Estudos-PNL.


Para Thiago Leal, gerente comercial da Peak Performance, parceira da Actius neste projeto, a transmissão do Grupo de Estudos na rede mundial de computadores oferece flexibilidade para o internauta assistir às palestras em qualquer lugar do mundo e no horário de sua preferência. Para assistir às palestras on line, o interessado deve acessar o site da Actius (www.actius.com.br) e clicar no ícone do Grupo de Estudos-PNL. Automaticamente, o internauta será direcionado ao site da Peak Performance no qual poderá acompanhar ao vivo a atividade realizada naquele dia ou escolher uma palestra já realizada.


O investimento para assistir o dia do evento (a cada mês uma nova será disponibilizada) é de apenas vinte reais, que poderão ser pagos via cartão de crédito. Confirmado o pagamento, é enviado ao participante um login e uma senha, para que ele possa assistir a palestra ao vivo ou quando quiser.


“Na última reunião do Grupo de Estudos-PNL, tivemos pessoas vindas do México e de Florianópolis. É muito bom ter presenças como essas, mas não são todos que podem viajar para estar no Grupo e não podemos nem queremos - excluir estas pessoas. Além disso, inserir as palestras na Internet também é uma tendência forte do mercado”, explica Corazzari.


O coordenador do Grupo ressalta, no entanto, que para atingir a excelência do aprendizado em PNL é essencial que o aluno tenha a vivência e participe das experiências. “É muito diferente estar lá, rever amigos, vivenciar as exposições, se reciclar. Então a palestra presencial irá continuar, temos um público cativo. No último encontro, para se ter uma idéia, foram 125 pessoas”, pontua. “Porém, colocarmos a possibilidade do on line é importante para atingirmos quem realmente não pode estar presente em Campinas”, conclui.

O Grupo

O Grupo de Estudos-PNL foi organizado com a finalidade de propiciar a integração entre os Practitioners e os interessados em PNL, estimulando o aprimoramento dos seus potenciais mentais e cognitivos, ampliando ainda mais suas habilidades e competências, através de estudos, palestras e workshops. Foi idealizado e viabilizado por seus coordenadores, com apoio da Actius, em julho de 2001.

 

O Grupo se reúne mensalmente, oferecendo palestras com novos conhecimentos na área para os Practitioners e seus convidados. Durante o encontro, são revistos temas como Rapport, Meta-modelo de Linguagem, Mapas e Filtros, Âncoras, entre outros.

 

Novas matérias também são apresentadas durante as reuniões.

Revista InterActius - Edição N° 9 Hipnose no Hospital Revista InterActius - Edição N° 9

Em plena UTI, médico utiliza técnicas ensinadas por Paul Adler - que volta ao Brasil em fevereiro

Um dos maiores desafios dos hospitais brasileiros é trabalhar com a humanização dos pacientes, desde o momento da entrada até a alta. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), as dificuldades são ainda maiores. No entanto, o médico intensivista Carlos Eduardo da Rocha Santos descobriu um método infalível para humanizar a UTI que coordena: utilizar a hipnose.


Rocha Santos chegou a estas técnicas em um momento crucial: quando assumiu o cargo de coordenador médico em uma empresa. “Tinha que resolver conflitos que logo senti que estavam além da lógica. Então, recebi por e-mail informações sobre o curso 'Comunicação na Empresa com Abordagem Hipnótica', trazido pela Actius e ministrado por Paul Adler. Mesmo sem saber do que se tratava , me inscrevi. A partir daí tive a noção exata do quanto a minha formação em medicina, incluindo residência e pós-graduação, era pobre de conceitos simples, práticos e importantes”, lembra o médico.


Hoje, dentro da Unidade de Terapia Intensiva, Rocha Santos trabalha a humanização através da Hipnose Ericksoniana, pois em sua opinião ela amplia a confiança entre o médico e o paciente, e alinha técnicas da medicina com os sentimentos mais profundos de cada um dos envolvidos nesta relação.

Revista InterActius - Edição N° 9 Ressignificando o que é diferente Revista InterActius - Edição N° 9

Maria Emília Dalmédico Godoy é uma pessoa extremamente positiva, daquelas que possuem uma energia tão boa, que não há quem consiga ficar mal-humorado ao seu lado. Como toda mulher moderna, Milla como é mais conhecida - tem diversas atividades diárias e leva uma vida agitada: trabalha como assistente administrativa em uma empresa de recursos humanos pela manhã, é voluntária na APAE à tarde, tem aulas de computação, faz caminhadas todos os dias e, duas vezes por semana, pratica Pilates. Adora ir a restaurantes e viajar.

Aos 27 anos, Milla é feliz e consegue transmitir essa felicidade a quem quer que a veja, com extrema facilidade. Milla também tem Síndrome de Down, um acidente genético que ocorre durante a divisão celular do embrião, gerando 47 cromossomos, ao invés dos 46 habituais (leia mais no box da página 10).


“A Maria Emília é uma pessoa altamente positiva. Aprendi com ela e confirmei com a PNL que, se existe alguma crença, ela pode ser ressignificada, no sentido de se ter flexibilidade para experimentar novas e diferentes perspectivas, buscar o que acreditamos e utilizar a modelagem para habilidades. O processo de aprendizado é contínuo e podemos sempre redefinir comportamentos e desenvolver novas capacidades”, afirma Maria de Fátima Dalmédico de Godoy, mãe de Milla, master e trainer em Programação Neurolingüística.


De acordo com ela, a PNL reafirmou sua sensação de que não se pode ter um único mapa, pois desta forma a vida se restringe. Essa foi uma das premissas que a administradora de empresas levou em consideração quando passou a utilizar técnicas da Programação Neurolingüística com sua filha. “Percebi que poderia aplicar as técnicas pelo pressuposto de que o mapa não é o território. A PNL reforçou meu sentimento de que se temos um único mapa, a vida fica muito limitada. A relação entre nós duas sempre foi a melhor possível. Ela não pensa em limitações e em crenças. E faz uma ponte ao futuro como ninguém. Acredito que ela, em algum tempo, já fez PNL”, afirma.



A descoberta


Maria de Fátima conta que soube que Milla tinha Síndrome de Down logo após seu nascimento, quando retornou ao quarto do hospital. “Minha médica, Rosa Emília, disse que ela tinha suspeita de Síndrome de Down e uma cardiopatia. Por incrível que pareça, lidei muito bem com essa descoberta. Naquele momento confiei bastante em minha médica que estava cuidando de tudo para que ela fosse bem atendida e superasse esses primeiros momentos de cuidados médicos”, diz a adminis-tradora.
Ela conta que no dia seguinte ao nascimento de Milla, foi atendida por um geneticista que explicou tudo sobre a Síndrome. “Fiquei muito feliz em conhecê-lo e receber toda essa atenção e orientação, porque percebi que o desenvolvimento de minha filha seria muito bom e dependeria de mim. E o que dependia de mim, não me preocupava. Ainda no hospital já tinha todas as informações necessárias para que começasse imediatamente a estimulação precoce e isso foi fundamental. Preocupava-me sim com a cardio-patia e isso me angustiou até aos 9 meses, quando ela passou por uma cirurgia. Enfim ela estava curada”, conta.
Maria de Fátima ressalta que desde os primeiros dias contou com uma equipe importantíssima de apoio incontes-tável. “Os avós, a madrinha Cleuza, amigos, tios, primos e colegas de trabalho. Nunca nos faltou entusiasmo e dedicação para que a Milla tivesse toda a estimulação necessária, quer seja em casa, nas escolas que freqüentou, junto aos familiares e na comunidade. Ela sempre foi muito bem vinda!”, exclama. Maria Emília tem formação até a nona série (antiga oitava) em escola regular e faz aulas de computação.

O que é a Síndrome

A Síndrome de Down foi descrita em 1866 por John Langdon Down. O médico inglês descreveu as características da Síndrome, que acabou sendo batizada com o seu nome. Popularmente foi conhecida como mongolismo - denominação inadequada, devido à conotação preconceituosa que a cerca.


Campanhas têm sido realizadas para a divulgação do nome Síndrome de Down ou Trissomia do 21. Em 1959, Jerôme Lejeune descobriu que a causa da Síndrome de Down era genética, pois até então a literatura relatava apenas as características que indicavam a Síndrome. O acidente genético ocorre ao acaso durante a divisão celular do embrião. Na célula normal da espécie humana existem 46 cromossomos divididos em 23 pares. O indivíduo com Síndrome de Down possui 47 cromossomos, sendo o cromossomo extra ligado ao par 21.


É impossível diagnosticar a Síndrome de Down logo ao nascimento. O diagnóstico, em geral, é feito pelo pediatra ou médico que recebe a criança logo após o parto, considerando as características fenotípicas peculiares à Síndrome. A confirmação é dada pelo exame do cariótipo (análise citogenética).
As características fenotípicas mais comuns são: hipotonia muscular generalizada; fenda palpebral oblíqua; prega palmar transversa única; face achatada; ponte deprimida; orelhas com baixa implantação; entre outras.

A probabilidade de um indivíduo ter Síndrome de Down é de 1:600 nascidos vivos. O nascimento de uma criança com Síndrome de Down é mais freqüente conforme aumenta a idade materna. Porém, qualquer pessoa está sujeita a ter um filho com esta Síndrome que ocorre ao acaso, sem distinção de raça ou sexo.


Ser diferente é normal



Em 30 segundos elas convenceram Nizan Guanaes a trabalhar de graça. Também conseguiram que a Rede Globo veiculasse um comercial sem cobrar nada e até mesmos persuadiram JR Duran para fotografar uma campanha sem custos, é claro. Mauricio de Souza desenhou um personagem para elas. E ninguém reclamou. O resultado destes trabalhos sem honorários, conquistados por Helena Werneck e Patrícia Heiderich, conquistou os prêmios de Melhor Agência do Mundo, Festival de Cannes, Nova York e Profissionais do Ano da Rede Globo. E o principal: foi tudo por uma boa causa, reduzir o preconceito e informar as pessoas sobre a Síndrome de Down.


A luta das duas mães que se conheceram em um parquinho, onde levavam suas filhas portadoras da síndrome de down para brincar é inspiradora. Desde o primeiro momento, a idéia foi sempre de modificar o mundo através da informação. Sem recursos financeiros, mas com muita determinação, motivação, planejamento, criatividade (em especial para transpor os desafios) e um instinto de superação incomparável, Patrícia e Helena, chegaram lá, atingiram seu objetivo: se fizeram ouvidas e estão transformando a sociedade de um país.

O tema da campanha das duas e do instituto criado por elas (”Ser diferente é normal”), o MetaSocial, já esteve em rede nacional, na maior emissora do Brasil, no programa mais assistido da casa: a novela das oito da rede Globo. Além disso, também esteve presente também no Carnaval do Rio do Rio de Janeiro, a maior festa popular do planeta, como tema do enredo da escola de samba Império Serrano, mostrando que ser diferente é normal.

Revista InterActius - Edição N° 9 Editorial Revista InterActius - Edição N° 9

A PNL e o mundo


Quando começamos a trabalhar com Programação Neurolingüística em Campinas, há muito tempo, havia uma certa resistência das pessoas e da mídia. Queriam números, dados, saber onde era aplicada, quais eram os resultados concretos. Nada mais normal, afinal não faltam no mundo cursos milagrosos e falsas ferramentas que resolvem os problemas de todos.


De maneira lenta e gradual, porém, a própria PNL abriu seu caminho com resultados práticos: profissionais atestando melhora em seus relacionamentos pessoais e empresariais, homens e mulheres dos mais diversos interesses maravilhando-se ao descobrir aplicações das técnicas no dia a dia, utilizações nas mais diversas áreas, sempre com sucesso. Com tudo isso, quem ouve falar em PNL hoje, em especial quando o nome Actius está envolvido, sabe que se trata de algo sério e com bons resultados.


Isso fica claro na leitura desta edição. Da primeira a última página, diversas matérias deste número da Interactius mostram, em um leque amplo, como diferentes pessoas usam as técnicas da Neurolingüística, propondo possibilidades tanto para aqueles que conhecem esta maravilhosa ferramenta como para aqueles que tomam conhecimento da PNL por meio desta revista.


Logo de cara, um renomado advogado fala sobre como é fundamental utilizar PNL no mundo jurídico e declara em alto e bom som que ela melhora o desempenho de um causídico nos tribunais. Pouco depois, de maneira sensível e emocionante, a PNL utilizada em um relacionamento especial entre mãe e filha. Temos ainda um médico intensivista que trabalha com a hipnose do nosso Paul Adler na UTI e até mesmo no indignado texto do delegado João Jorge, aparece uma menção pequena mas não menos importante: o rapport poderia ter ajudado a polícia a ter solucionado sem baixas o triste caso Eloá, a menina seqüestrada em Santo André.


Como se vê, a PNL está em toda a parte e pode ajudar em praticamente tudo, desde que se saiba utilizá-la. Falando assim, parece mesmo uma daquelas propagandas de cura milagrosa, mas com um detalhe importante: essa cura funciona. Há nestas páginas inclusive alguém que entende de milagres confirmando isso, um padre que potencializa os resultados da fé por meio da Neurolingüística e atrai semanalmente seis mil fiéis satisfeitos com o resultado.


O grande Arquimedes dizia “Dêem-me uma alavanca e moverei o mundo”. Motivado por tantos resultados, peço perdão a ele para jogar fora a alavanca e dizer: dêem PNL ao mundo, e ele se moverá sozinho, rumo a um destino melhor.

Um grande abraço,
Cássio Corazzari

PS: Esta é nossa última edição do ano e gostaria de agradecer a todos vocês, leitores, pelo apoio e amizade que nos dedicam. Desejo a todos um excelente Natal e um 2009 cheio de realizações. E aguardem muitas novidades de nossa parte para o ano que vem!

Revista InterActius - Edição N° 9 Fé na Programação Neurolingüística Revista InterActius - Edição N° 9

Domingo, 4h30 da manhã, São Paulo Capital. Os primeiros ônibus estacionam em frente ao Santuário Bom Jesus, da Igreja Católica Apostólica Renovada, e de dentro deles saem fiéis de várias partes do estado, e até mesmo de outras cidades do país. Rapidamente todos se preparam para a primeira missa, que começa às 6h30.


No entanto, o que se vê está longe de ser uma missa comum. Após a leitura da Bíblia e do sermão, o Padre Jader Pereira, 35 anos, pede que todos fechem os olhos e imaginem sua própria vida daqui a algum tempo, como querem que ela esteja, que ferramentas eles devem utilizar para que seja assim.
Esta é a técnica de “ponte ao futuro”, que Padre Jader utiliza juntamente com diversas outras ferramentas da Programação Neurolingüística (PNL) em suas missas, pregações e até em seu programa de rádio chamado “Momento de Reflexão e Paz”, que vai ao ar diariamente às 23h, na Tupi AM de São Paulo. O objetivo é um só: criar uma corrente de positividade e garantir ajuda para aqueles que precisam. Para fazer isso, nada melhor que a PNL.



Padre Jader e a PNL



Algum tempo depois de ter assumido o Santuário do Bom Jesus, um amigo de Jader convidou-o para participar de um treinamento. Sem saber direito o que era aquilo, o sacerdote foi e tomou contato com técnicas e ferramentas que ajudavam na quebra de paradigmas e crenças, mudanças de valores, motivação. Quando questionou o que era aquilo, o amigo respondeu: é a PNL.


Deste momento em diante, Jader começou a pesquisar sobre o assunto e a fazer os cursos da Actius. O primeiro deles foi o de Practitioner e depois vieram muitos outros (veja quadro na página ao lado). Jader inclusive ajudou outras pessoas durante um Practitioner, em julho deste ano, no qual foi um anjo. Não que o sacerdote tenha se transformado automaticamente em um ser divino: anjo é o nome dado àquelas pessoas que já fizeram um curso e o repetem, desta vez na condição de monitores.


“Foi uma experiência fantástica. Apesar de o nome 'anjo' estar ligado a algo celestial, a religião, nós somos pessoas comuns. O Fernando (Dalgalarrondo) é que é excepcional. Além disso, come-se muito bem no curso. Não sei se vai ser legal assim no céu”, brinca.


Logo o padre percebeu que esta era uma ferramenta poderosíssima e que com ela era possível ajudar ainda mais as pessoas que buscavam auxílio na religião. “Eu percebi que ser um padre na verdade é ser um terapeuta: as pessoas vão à igreja buscando caminho, orientação, reclamar dos seus problemas, desabafar, procuram a gente como procuram um psicólogo. Mas enquanto padre não tinha recursos para lidar com essas situações, e acabava fazendo o que todos fazem: dizemos para a pessoa rezar”, explica o sacerdote.


“Com a PNL comecei a ajudar as pessoas a encontrar a felicidade delas. E foi uma mudança muito grande até mesmo no programa de rádio, onde, depois que comecei a aplicar as linguagens mais dirigidas, percebi que atingia mais as pessoas, que as palavras, minhas pregações começaram a ser mais entendidas pela maioria das pessoas”, afirma o padre, que garante que seu programa só perde para a rede Globo de televisão.



Um mantra para os fiéis




Além de utilizar a técnica “ponte ao futuro” em suas missas, o Padre Jader também desenvolveu o mantra da positividade. “Mantra é uma repetição que você faz e cansa o seu cérebro até que ele aceite aquilo. Então quando você fala um mantra que é positivo, começa a agir como diz o mantra, por isso durante uma época fizemos um trabalho com o mantra da positividade, e as pessoas repetem todos os dias para ir fixando em suas mentes, e com isso mudar alguns comportamentos”, pontua.


O sacerdote também utiliza diferentes técnicas de PNL individualmente com cada pessoa, dependendo do problema que ela quer resolver. Jader se lembra de uma jovem em particular a quem ajudou. “Ela estava muito indecisa, não sabia o que fazer com relação à vida, se casava ou não... aí eu utilizei com ela a técnica dos mentores (nota da Redação: técnica na qual a pessoa seleciona três mentores e tenta pensar como eles agiriam naquele caso). Logo após esse exercício, ela se levantou e falou: 'agora já sei o que eu quero fazer', e se deu muito bem com sua decisão”, recorda, mantendo o sigilo, como um bom padre, sobre a decisão da moça.


Outras técnicas já utilizadas pelo sacerdote são o swich, que ajuda as pessoas a se libertarem de comportamentos e reações compulsivas (entre outras coisas o padre ajudou uma senhora que tinha muitas dores de cabeça causadas por situações específicas a se livrar delas) e âncoras. Estas últimas consistem em um recurso para que a pessoa retome um estado emocional por meio de um objeto e Jader geralmente usa objetos que as pessoas têm (como crucifixos) ou até mesmo um momento de coragem.


Para algumas pessoas, pode parecer estranho que um padre utilize técnicas de PNL com o intuito de ajudar fiéis, ou mesmo em seus sermões. Para Jader, no entanto, isso não é algo para ser visto com maus olhos.


“Às vezes eu mesmo me preocupo, pois uma pessoa que adquire uma ferramenta dessas pode utilizar para ludibriar os outros. Tem gente que nem tem domínio da técnica, mas utiliza para 'enrolar' os outros. No entanto tenho consciência que o que eu faço, faço para o bem, não para explorar as pessoas. E sempre deixei e deixo muito claro que ninguém é obrigado a acreditar em nada que eu digo. Cada um sabe o que é melhor para si”, pondera.


O padre freqüentemente auxilia também pessoas com problemas de saúde como dores de cabeça, problemas nas pernas e articulações, etc. Alguns fiéis são vistos como “loucos” por buscarem a resolução dos seus problemas na fé, e não com tratamentos médicos. Mas Padre Jader acha que cada um sabe o que é melhor para si.


“Tem gente que encontra seu caminho através da fé. Outras que só realmente se curam com a ajuda da medicina. A meu ver, se for possível juntar a fé e a medicina, melhor. Eu acredito na fé, mas acredito também que a fé com a PNL é muito mais potencializada”, conclui.

Revista InterActius - Edição N° 9 Palavra do Treinando Revista InterActius - Edição N° 9

Amizade

“A amizade é um tema muito vasto e complexo,
entretanto é essencial para compreender
as relações humanas”.
(Fernando Dalgalarrondo)


A leitura do artigo “Considerações sobre a amizade”, na Interactius 8, me incentivou a participar do velado convite nele contido. Convite para refletir sobre um tema que, embora “vasto e complexo”, refere-se ao sentimento que todo ser humano conhece ou, pelo menos, já cultivou em algum momento de sua vida, e que tem sido amplamente tratado por poetas, literatos, filósofos e teólogos.


Um dos estudos mais completos e instigantes sobre a amizade é, sem dúvida, aquele que encontramos na “Ética” de Aristóteles. O estagirita estabelece nítida diferença entre os tipos de amizade, separa perfeitamente as associações fundamentadas em prazer mútuo ou em utilidade recíproca, daquele tipo de relacionamento no qual cada uma das pessoas está interessada no bem do outro. Somente assim, afirma, a amizade é verdadeira e genuína.


A vida agitada nas grandes cidades e as nossas múltiplas atividades não proporcionam as condições adequadas para o cultivo da amizade em demoradas conversas como as narradas pelo escritor e filósofo espanhol Santiago Ramón y Cajal na sua coleção de crônicas “Charlas de café”. E também custa imaginar, na atualidade, a ágora grega, onde o cidadão passava a maior parte do seu tempo acendendo ao diálogo, à discussão, enfim, à amizade. Outro notável exemplo é o dos cenáculos renascentistas em Florença, reuniões de músicos e poetas compartilhando ideais e projetos baseados nos mesmos interesses.


Acredito que na comunhão de gostos esteja o que mais une os amigos. Ocorre-me então a pergunta: acaso todos os amigos são iguais? Temos com todos eles o mesmo tipo de relacionamento? Creio que não e que, assim como os esquimós possuem 38 palavras para definir NEVE, nossa relação com os amigos tem diferenças e matizes que nem com 38 palavras poderíamos ilustrar.


Eu freqüento a casa de meu amigo-iogue, mas não o convido para um churrasco, almoço que minha amiga-psicóloga e minha amiga-escritora saboreiam com prazer. Tenho uma amiga-observadora de pássaros e um amigo músico, que pratica PNL; tenho um amigo-viageiro e também uma amiga que nunca saiu do Brasil, com quem não se fala de outros países. É muito especial meu amigo escultor e pintor, que encanta com sua genialidade e humildade. Com ele não falo, somente escuto. E muitos mais que me enriquecem, possuidores que são de incrível diversidade e de verdadeira amizade.


Às vezes, ocorre-me que nós, humanos, somos como poliedros de muitas faces. Cada face corresponde a um interesse, vocação ou habilidade particular com a qual nós contatamos com o amigo que possui idênticos valores: face arte com amigo-artista; face gourmet com o amigo-bom-de-garfo; face literatura com amiga-escritora.


E com aqueles que não são nossos amigos, quais faces contatamos?


Nenhuma. Nesse caso, somos como uma esfera que somente permite um ponto de tangência, a proximidade fortuita, rápida.


Tenho um amigo com quem não sou nem hexaedro nem dodecaedro nem esfera, mas um plano de contato total. Ele é ao mesmo tempo amigo-amante, amigo-confidente, amigo-cúmplice e muito mais.



Alba Lijó Stern, 68 anos, é professora de línguas e fez os cursos de practitioner (abril/2005) e master practitioner (março/2006).

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Estar junto

Uma das experiências mais belas e humanas que há é a de se fazer algo junto com alguém. E falo de experiências tão simples como, caminhar, comer, cozinhar, conversar, fazer sexo... e também das não tão simples, ou seja, formar uma família, uma empresa, uma comunidade, um país, etc.


Alguns filósofos já escreveram muito sobre a solidão inerente ao indivíduo humano. É certo: ninguém é igual a ninguém, portanto há algo que só eu, enquanto eu mesmo, posso experimentar. Contudo existe uma forma de energia, substância (ou como quer que você queira classificar) que chamamos de amor e que tem diversos níveis de manifestação - desde os mais concentrados aos mais diluídos - e que nos salva dessa solidão essencial e nos proporciona a experiência do “outro” ou “outros” fazendo com que nos sintamos juntos. Desse modo gera-se a conexão tanto com uma pequena pedrinha como com a mais gigantesca e distante estrela.


Certamente, a maior parte dos comportamentos humanos está orientada pela busca, frequentemente inconsciente, dessa experiência de “estar junto”. As drogas, o sexo obsessivo e perverso, o trabalho compulsivo, a busca louca pelo dinheiro, fama e poder, mais todos os sentimentos e impulsos ruins em nossas vidas (ciúmes, inveja, ódio e tantos mais) refletem no fundo a carência desse sentimento de comunhão e pertinência do realizar algo “juntos”. Simplesmente o que se quer é ser parte de algo maior, o que se dá normalmente nesse reconhecimento do outro em/com nós mesmos.


Nada melhor, para mim neste momento, que o seguinte poema do poeta persa do século 12, Jalaluddin Rumi, para descrever esse elemento essencial em nossas vidas.



DESCRIÇÃO DO AMOR - Jalaluddin Rumi

O amante se prova verdadeiro pela dor em seu coração;
Não há mal como o mal do coração.
A dor do amante é diferente de todas as dores;
O amor é o astrolábio dos mistérios de Deus.
Pode o amante suspirar por este ou aquele amor,
Mas no fim é atraído ao Rei do Amor.



Por mais que se descreva ou se explique o amor,
Quando nos apaixonamos envergonhamo-nos de nossas palavras.
A explicação pela língua esclarece a maioria das coisas,
Mas o amor não-explicado é mais claro.
Quando a pena se apressou em escrever,
Ao chegar no tema do amor, partiu-se em duas.
Quando o discurso tocou a questão do amor,
A pena partiu-se e o papel rasgou-se.
Ao explicá-lo, a razão logo empaca, como um asno no atoleiro;
Nada senão o próprio Amor pode explicar o amor e os amantes.



Ninguém senão o Sol pode revelar o sol,
Se o vires revelado, não lhe dê as costas.
Sombras, de fato, podem indicar a presença do sol,
Mas só o Sol revela a luz da vida.
Sombras trazem sonolência, como as conversas ao anoitecer,
Mas quando o sol se levanta, “a lua está fendida”.
No mundo, nada é tão prodigioso como o sol,
Mas o Sol da alma não se põe e não possui ontem.
Embora o sol material seja único e singular,
Podemos conceber sóis semelhantes a ele.
Mas ao Sol da alma, além deste firmamento,
Nada se iguala, seja concreto ou abstrato.
Onde haverá lugar na concepção para Sua essência,
Para que algo similar a Ele seja concebível?


Revista InterActius - Edição N° 9 PNL, Meretíssimo! Revista InterActius - Edição N° 9

Saber se comunicar, ouvir e entender são conhecimentos essenciais para que um jurista desempenhe suas atividades com o máximo de aproveitamento. E possuir ferramentas que auxiliem no desenvolvimento de uma comunicação clara e direta - não apenas com seus clientes - é primordial.


O advogado Abel Manoel dos Santos, 51 anos, conhece muito bem a realidade dos tribunais. Por isso, ao ter o primeiro contato com as técnicas de Programação Neurolingüística (PNL), percebeu que elas seriam mais do que valiosas não apenas para sua vida pessoal: elas poderiam ser ferramentas essenciais para o seu trabalho no dia-a-dia.


Bacharel em direito há 22 anos, conheceu a PNL em 2002, graças à esposa, que havia feito um curso na Actius e sugeriu que o marido fizesse o mesmo. E já no primeiro dia do Practitioner começou a utilizar as técnicas que aprendeu.


Hoje, após utilizar a programação continuamente em seu trabalho, o advogado Master Practitioner garante que o direito e a PNL são duas áreas de conhecimento que são mais do que harmoniosas juntas, pois utilizam a mesma premissa: se nos basearmos apenas em indícios para fazer pressuposições e não conhecermos tudo o que realmente aconteceu, podemos cometer uma injustiça.


Abel Manoel dos Santos falou com exclusividade com a Interactius sobre o seu trabalho jurídico e a utilização de técnicas de PNL no seu dia-a-dia profissional e pessoal.



Há quanto tempo você utiliza as técnicas em seu trabalho?
Desde o dia que fiz o primeiro curso, Practitioner, já comecei a tirar benefícios na mesma semana, quando descobri que para um Practitioner não há fracasso e sim feedback.



De que forma você descobriu que a PNL poderia te ajudar no seu trabalho na área jurídica?
Primordialmente na minha comunicação, pois um advogado está o tempo todo se comunicando, e o seu sucesso depende sempre da uma boa comunicação. Procuro me comunicar de uma forma clara e precisa, considerando que do outro lado, na maioria das vezes é um juiz quem vai receber as informações, ou seja, procuro facilitar o máximo a leitura, tomando cuidado, inclusive, com o tamanho da fonte utilizada e do espaço entre linhas, no caso de textos.



De que forma você aplica estas técnicas?
Em primeiro lugar, ouvindo. Ouvindo e observando o "modus operandi" das partes no processo, do juiz, para poder falar na linguagem deles. Isso facilita a compreensão do que se pretende comunicar. Eu levo em consideração que um juiz tem todo dia centenas de processo para examinar (e isso se chama Rapport). Tenho notado que quanto mais enxuto o texto, sem perder de vista o conteúdo do que se pretende demonstrar, os resultados são mais positivos, pois quando se é muito prolixo há uma grande chance de se entrar em contradição. Já presenciei várias contradições de petições de colegas, o que na maioria das vezes decidem a ação.



É muito complexo utilizar as técnicas no campo jurídico?
Não, ou seja, é muito simples (claro, quando se sabe). Você notou que logo em seguida eu saí do negativo e fui para o afirmativo em minha resposta? Pois é, nosso cérebro tem dificuldades com a palavra não, ou seja, ela funciona como um apagador de memória e, muitas vezes funciona ao contrário do resultado pretendido. Imagine a seguinte situação: alguém diz para você: “não pense no amarelo!!”. Você consegue não pensar no amarelo? Pois é esse é um detalhe que faz muita diferença.


Qual a eficácia do uso destas técnicas no seu trabalho?

Devo ressaltar que além da eficácia de uma comunicação "proativa/assertiva", a PNL trouxe à minha profissão novas perspectivas, onde tenho a oportunidade de "re-significar" as situações negativas, como já disse, tirar um feedback e continuar meu trabalho sem o peso das derrotas.


Você já chegou à Ministra Carmen Lúcia através da PNL? Como foi esta situação?
Já tive a honra de ter a Sra. Ministra Carmen Lúcia como relatora de um processo que patrocinei no STF, o que posso afirmar, como já disse, que uso sim as técnicas da PNL no meu trabalho, pois estou me comunicando o tempo todo, inclusive, nessa ocasião com toda certeza. Os detalhes, por envolver pessoas, partes no processo (autor e demandado), me desautorizo a citar publicamente.


Você utiliza as técnicas da PNL apenas no trabalho ou as incorporou também na sua vida pessoal? De que forma?
Com toda certeza, a PNL faz parte de minha vida, é como uma filosofia de vida, faz muita diferença no relacionamento humano, na família, no trabalho, etc. Posso dizer sem medo de errar, que depois da PNL sou uma pessoa melhor preparada para enfrentar os desafios do dia-a-dia e, sobretudo, ser feliz.


A PNL seria uma ferramenta útil na formação dos advogados em geral? Por quê?
Não apenas aos advogados, eu acredito que em breve as autoridades do mundo jurídico tomarão ciência destas técnicas e irão agregar no seu trabalho, no seu dia-a-dia, pois facilita muito a vida das pessoas, as tarefas diárias se tornarão mais leves. Nós estamos na era do conhecimento, não basta ter somente conhecimento jurídico para operar no direito, pois lidamos com pessoas, uma boa comunicação faz muita diferença, inclusive, pode evitar as famosas pré-suposições, que na maioria das vezes resultam em pré-julgamentos.


Na PNL temos a seguinte premissa: o mapa não é o território, ou seja, ao fazer pressuposições baseados em alguns indícios podemos cometer injustiças, principalmente quando estamos com o mapa errado nas mãos.

Revista InterActius - Edição N° 9 Até quando? Revista InterActius - Edição N° 9

Por João Jorge F. da Silva - Delegado Titular da cidade de Jarinu



Há poucos dias, assistimos, com direito a transmissão ao vivo, um circo de vaidades e incompetências. Nesses tempos de imagem on line e fatos transmitidos em tempo real, testemunhamos tudo o que não se deve fazer em termos de negociação e resgate de um refém.


O que ocorreu na cidade de Santo André mostra a falência do sistema policial, que ainda não se deu conta que o modelo de segurança por ele adotado está falido. Vemos duas polícias disputando o mesmo espaço, muito embora a Constituição Federal atribua competências e atividades a cada uma das corporações, e ambas se atropelam, principalmente no Estado de São Paulo. E a bem da verdade, para quê uma polícia militar em tempos de paz democrática?


Mas vamos nos ater aos fatos. O que ocorreu, esclareça-se, já foi exaustivamente estudado pelos grupos como SWAT. (Special Weapons And Tactics) e HRT (Hostage Rescue Team) pelo mundo, pois já houve situações idênticas e com seu desenvolvimento e finalização muito bem analisados. Essas análises deram origem a manuais de operações que servem de modelo para o treinamento e atuação em casos reais.
E nessas “regras” se preconiza que o negociador deve ser um profissional extremamente hábil e com um poder de indução (rapport) muito esmerado, pois ele precisa entrar na sintonia do “alvo', que deve ser abordado com muita sutileza e convencido a colaborar.


No exterior, a função de negociador é uma carreira, e este profissional se dedica 24 horas estudando, se preparando e analisando eventos ocorridos. Ele não possui uma patente militar. Aliás, nem faz parte desta corporação.


Quando acionado, assume o comando das operações e decide o que deve e quando deve ser feito, e autorização a atuação de atiradores apenas quando todas as vias de negociação se esgotam. Tudo conforme os manuais.


Os manuais estabelecem prazos e, nos Estados Unidos, para citarmos um exemplo, nenhuma negociação acontecida até hoje durou mais do que nove horas. Isso acontece porque, ao perceber o esgotamento da negociação e a intransigência do agente perturbador em se render, autoriza-se a ação dos atiradores de elite, que operam para “neutralizar” a ameaça, salvando a vida do refém ou reféns.


Nesses manuais também se delimitam comportamentos e lapsos temporais. Ou seja, nas primeiras 12 horas, o invasor que não agiu ferindo ninguém não tem a intenção de fazê-lo, quer apenas chamar a atenção para si, por qualquer que seja o motivo.


Este é o melhor momento para a atuação do negociador. Nesse período também devem ser posicionados os atiradores de elite, que passam a monitorar o ambiente e os “atores” que nele se encontram. Nas 12 horas seguintes, o comportamento do invasor de modifica e ele passa a ter mais confiança em suas ações e exigências. Após 24 horas, nas 12 horas subseqüentes, o invasor já domina a situação e faz o que bem entender, pouco se importando com qualquer negociação.


O que presenciamos no “Caso Eloá” foi um amontoado de sandices e incompetências, pois o maior erro foi deixar retornar ao local uma das reféns, que já estava liberada. Essa ação será motivo de estudo pelo mundo como exemplo de atuação desastrada, com conseqüências terríveis.


Infelizmente uma jovem perdeu a vida, outra saiu ferida e um rapaz que, naquele palco, se sentiu um efêmero “BBB”, vai passar um bom tempo encarcerado em um sistema que não ressocializa.


Assistiremos a muitos “peritos” com suas “análises” dos fatos e dos comportamentos; a advogados brigando por espaço na mídia, os defensores do rapaz e aqueles “defensores” das famílias das jovens que irão buscar indenizações do Estado pela atuação desastrada da polícia militar; os responsáveis pela operação (?) procurando se eximir das responsabilidades, afinal a jovem retornou “por vontade própria”, e daí para as mais absurdas explicações.


Enfim, enquanto os dirigentes de nossos destinos não forem sérios, não entenderem que segurança pública é assunto de relevante importância e se fazem urgentes alterações no modelo existente, vamos continuar a assistir episódios lamentáveis com a perda de incontestáveis e preciosas vidas. E que não venham com números estatísticos, pois uma vida é uma vida.


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